O “idiota da aldeia” tornou-se o cretino dos likes, o vendedor de cursos milagrosos para enriquecer ou curar doenças e os coachs (ou pastores do neoliberalismo) com pregações de adoração ao capitalismo. Nesse emaranhado de sujeitos esvaziados pelo capital, surgem movimentos masculinistas, que não buscam o amor, mas tratam as relações como ativos financeiros.