O movimento Azores for Gaza marcou presença no dia aberto da base para protestar contra o país que é o “maior investidor” no genocídio e que usou estas instalações recentemente para participar no ataque ilegal ao Irão. Para eles, “nenhuma aliança pode justificar a submissão nem a cumplicidade com a violência”.
Enquanto se discute um tratado contra a poluição dos plásticos que enfrenta a resistência dos grandes poluidores, três dezenas de cientistas lançam um relatório sobre o perigo “subestimado” que esta constitui.
Os tumultos de Julho foram uma reacção motivada pela constante e acelerada degradação social e económica em Angola, aliada à contínua degradação política. Qualquer governante não precisaria de outros indicadores para chegar à conclusão de que falhou completamente.
Houve importantes manifestações na Ucrânia durante os últimos dias de julho contra a adoção de uma lei que reduzia a independência dos organismos anti-corrupção, colocando-os sob o controlo do Procurador-Geral nomeado diretamente pelo gabinete do presidente Zelensky. E obrigaram-no a retroceder.
Há algo de profundamente errado num país onde uma mãe precisa de provar, com atestado médico, que o seu bebé ainda precisa dela. Isto não é evolução. É um retrocesso pintado de racionalidade.
A coordenadora de um novo estudo sobre a discriminação de que sofrem os ciganos considera que o fenómeno está a aumentar e critica a “inação” do governo. Há “receio” dos resultados das próximas autárquicas, denuncia.
A B’Tselem e os Médicos pelos Direitos Humanos passaram a descrever o que se passa em Gaza como genocídio. Asseguram que não é apenas algo simbólico porque acarreta obrigações legais e morais de acordo com o direito internacional.
Assim, de uma penada, o governo regional de direita tornou-se um Robin dos Bosques ao contrário: tirou dos mais pobres para dar aos mais ricos, arrombando as contas públicas pelo meio.