Na sessão de homenagem que assinalou os 50 anos do assassinato do padre Max e da estudante Maria de Lurdes pela extrema-direita bombista, José Manuel Pureza defendeu que “a luta pela paz é irmã da luta pelos direitos de quem trabalha”.
Manifestação em Lisboa voltou a exigir a valorização da profissão docente e o respeito pela escola pública, contestando a proposta do Governo para a revisão do Estatuto da Carreira Docente que agrava a instabilidade e a dificuldade em fixar docentes.
Até que ponto tem vindo a ocorrer uma desaceleração ou reversão da “hiperglobalização”? Que explicações podemos apontar para este fenómeno de um ponto de vista marxista? Que tipo de nova ordem se está a configurar nos escombros da globalização neoliberal?
Não há nada que possamos invocar para deixar apodrecer este período da história (sevícias e atrocidades cometidas pela PIDE em Moçambique). Devemos este esclarecimento a nós próprios que fomos seus contemporâneos, devemos às gerações mais novas que têm direito a saber o que se passou e devemos essa justiça aos Moçambicanos.
“Para além da questão política da luta de libertação (marroquina) com revoltas, ataques e mortes, incêndios às plantações e às casas dos colonos, também no seio da sociedade marroquina as jovens aspiram à sua libertação das amarras e dos preconceitos patriarcais”, assinala Almerinda Bento neste artigo.
A greve geral convocada para 3 de Junho assume uma importância decisiva. Não é apenas uma jornada de protesto. É uma demonstração coletiva de que os trabalhadores não aceitam regressar a um modelo laboral assente no medo, na submissão e na desproteção.
A solução avançada por Rui Moreira para o problema da falta de espaços de culto das comunidades muçulmanas no Porto foi agora desfeita por Pedro Duarte. Bloco diz que a decisão vai agravar a estigmatização desta população para agradar ao mercado imobiliário.
A narrativa hegemónica apresenta a Inteligência Artificial como uma evolução inevitável e autónoma, uma maré tecnológica incontestável à qual a sociedade apenas se pode adaptar. Esta formulação não é apenas errada: é ideológica.