No final da reunião do Conselho Nacional da central sindical, Tiago Oliveira diz que nada mudou na proposta do Governo e que cabe aos trabalhadores “continuar a construir este caminho de luta e de confronto”.
Hugo Parreira esteve envolvido em organizações e iniciativas da comunidade surda portuguesa, ajudou a formar ativistas e foi candidato autárquico e nas listas nacionais do Bloco.
O deputado bloquista Fabian Figueiredo quer conhecer os números e as medidas incluídas no plano anunciado por Luís Montenegro. E lembra que os apoios que tinham sido prometidos “em tempo recorde” após as tempestades ainda não chegaram a quem precisa.
Mudado o país de quem agora as canta, mudada a conjuntura em que foram criadas, estas canções retornam. Renascem com o Paulo Tó e com a fusão que ele constrói, e talvez sobretudo com os inusitados ouvintes que, por causa dele, elas vão encontrar.
A omissão da regulamentação específica dos chamados “medicamentos perigosos” não é um detalhe técnico. É uma falha estrutural que expõe uma hierarquia silenciosa de prioridades: protege-se o trabalhador industrial clássico, mas ignora-se o risco quotidiano de milhares de profissionais de saúde.
Em doze meses, o Governo não adotou nenhuma das medidas que anunciou após o dia em que o país ficou longas horas sem eletricidade e viu expostas as suas fragilidades em situações de emergência.
Mesa-redonda com Tiago Brandão Rodrigues, Luísa Quintela, João Basto, Fernando Rosas e Adriana Temporão. Viana do Castelo, Café Concerto do Teatro Sá de Miranda, 21h30
Leitão Amaro não responde aos pedidos da imprensa para conhecer os pedidos de escusa dos governantes desde 2019. Bloco requer acesso aos documentos que registam os pedidos de escusa desde que o primeiro-ministro tomou posse em 2024.