Deixem-me descansar-vos: este texto não visa mostrar como se diz amarelo em várias línguas. Mas o italiano, o francês e o alemão são línguas oficiais da Suíça. E porque nos interessa dizer amarelo nestas línguas?
Seria inadmissível que, enganados pelo BES num primeiro tempo, e pelo Novo Banco num segundo, os emigrantes fossem enganados uma terceira vez pelo Governo de Portugal.
A nossa luta não é nem nunca foi contra a Siderurgia Nacional. É uma luta em defesa da saúde pública, do direito ao descanso e ao sossego, por um meio-ambiente saudável e equilibrado.
Os offshores não são regimes legítimos abusados por pessoas sem escrúpulos. São o expoente de uma economia sem escrúpulos que põe em causa a legitimidade das sociedades democráticas e das regras que estas livremente constituem.
Na última semana foi possível iniciar um caminho importante para repor um direito conquistado: as 35 horas de trabalho para a função pública. Mas ainda falta percorrer o caminho até às 35 horas para o setor privado.
A comemoração do Dia de Portugal em Paris e a inauguração da estátua do emigrante na cidade de Champigny não podem escamotear a ausência gritante dos emigrantes e/ou do fenómeno subjacente da emigração das preocupações e, por conseguinte, das políticas nacionais.
A Comissão Europeia volta a insistir na necessidade de “medidas estruturais” na saúde e na segurança social. Não é de agora a pressão das instituições da UE para desmantelar o SNS e a segurança social.
Paulo Portas abraça definitivamente os negócios, tornando-se o dinamizador de um conselho consultivo para a América Latina da Mota Engil, ele que é vice-presidente da CCIP - Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.
Sábado passado, o Bloco de Esquerda/Açores realizou, em Angra do Heroísmo, um fórum subordinado ao tema “Desigualdades Sociais – Quebrar o Ciclo”. A RTP/Açores primou pela sua ausência.