O SNS é a humanização do Estado nas condições de trabalho dos seus trabalhadores e na resposta aos cidadãos, naquilo que neles, como pessoas que são, é mais intrinsecamente humano e humanizante, a sua saúde, a sua vida.
O facto de partidos autores de iniciativas legislativas para incentivar e promover o medronho deitarem as mãos à cabeça pela simples possibilidade de alguém fumar um charro é caricato.
O que nos irão perguntar a nós, deputadas e deputados, é se temos direito a recusar alívio e a atirar doentes para o mercado negro por puro preconceito moral.
Há que ter a coragem política de dotar as urgências de Torres Novas e Tomar de outras capacidades e competências para responder às necessidades da população e prestar os melhores cuidados de saúde.
Portugal dará um pequeno passo na humanização do tratamento de doenças penosas. Virá depois o tempo de decidir sobre a legalização do consumo de canabinóides.
O último trimestre de 2017 foi de conflito entre os trabalhadores mineiros de fundo, de superfície e serviços conexos, no baixo Alentejo, e as respetivas administrações das empresas concessionárias das explorações minerais e “prestadoras de serviços”.
Ao criticar as denúncias de abusos sexuais, incentiva-se ao silêncio. Não denunciar situações de assédio sexual é permitir que os criminosos (sim, é esse o nome segundo a nossa lei) continuem, impunemente.