8 de setembro de 2010
Miguel Portas defende que os deputados em cada país não podem ser expropriados de uma escolha política fundamental, como são os orçamentos nacionais.
8 de fevereiro de 2012
Ana Drago apresenta o projeto de resolução do Bloco para a rejeição do Tratado Orçamental baseado num "fanatismo ideológico que consagra uma política ultra ortodoxa na domínio da política orçamental", lembrando que a resposta à crise das dívidas soberanas traduz-se em "dois anos de erros, de sangria social, de fabricação voluntariosa da recessão na zona euro".
12 de abril de 2012
Ana Drago apresenta o projeto de resolução do Bloco que defende a realização de um referendo ao Tratado Orçamental.
17 de abril de 2012
Marisa Matias refere a atitude do "bom aluno graxista" do governo e do PS português, ao tornarem o parlamento português no primeiro a aceitar ser amputado de uma das suas mais importantes funções: decidir sobre o orçamento.
9 de maio de 2012
Luís Fazenda explica porque é que o Bloco apelou ao Presidente da República para não proceder à ratificação do Tratado Orçamental: "porque este tratado, impondo um teto máximo ao défice de 0,5%, mata o Estado Social e trará uma anemia profunda à economia, condenando o investimento público, o único capaz de relançar a economia". "A maioria de direita e o PS só o assinam por submissão à troika", acrescentou.
23 de maio de 2012
No debate sobre crescimento e criação de emprego na União Europeia marcado pelo PS, Ana Drago critica o "delirante" Tratado Orçamental que impõe o teto de 5% de défice estrutural (limitando o investimento público na criação de emprego), lembrando que o PS já aprovou este tratado.
Francisco Louçã classifica a adenda do PS como "um penacho na cabeça do Tratado Orçamental" e critica o jogo político entre PS e PSD sobre o Tratado Orçamental.