Luís Leiria

Luís Leiria

Jornalista do Esquerda.net

Eleições municipais no Brasil marcam importantes vitórias da direita dita do “centrão”, mas também uma divisão na extrema-direita, com o surgimento de novas lideranças que contestam Bolsonaro. Para a esquerda, a segunda volta em São Paulo será decisiva.

Divulgação das atas, urna por urna, continua a não ser feita pelo Conselho Nacional Eleitoral, como manda a lei e fora muitas vezes prometido. Depois do pretexto de um suposto ataque hacker contra o sistema eleitoral, as atas apareceram mas foram parar ao Tribunal Supremo de Justiça, que também não as publicou. 

Se tivessem sido mais cuidadosos, os chefes dos média franceses e europeus deviam pelo menos ter prestado atenção aos líderes da Nova Frente Popular (NFP), que asseguravam que a esquerda podia ganhar.

Historiadoras foram detidas quando se dirigiam a Havana, onde fariam um protesto diante da estátua de José Martí. Segurança do Estado afirma que elas podem viajar livremente, mas a prática mostra que é o oposto que acontece.

Um dia, a realidade tornou-se tão absolutamente esmagadora que deixei de encontrar as palavras certas para descrever a barbárie de Gaza.

O sindicalista ucraniano Yuri Samoilov só admite uma saída para pôr fim à guerra que devasta o seu país: a vitória sobre o invasor. “Os ucranianos não querem voltar a ser colonizados pela Rússia”, afirmou, nesta entrevista ao Esquerda.net, em Lisboa, onde veio pedir solidariedade à sua causa. Por Luis Leiria.

Duas semanas passadas sobre o 8 de janeiro de 2023, ainda há muito que apurar sobre o que aconteceu e quais as responsabilidades dos diversos protagonistas. Mas já se pode afirmar que naquela data foi aplicado no terreno um plano golpista que vinha sendo preparado desde o final das eleições. Neste artigo, mostramos como se encaixam as peças da engrenagem montada pelos bolsonaristas. Por Luis Leiria.

Mesmo depois das invasões e depredações de 8 de janeiro, general Júlio César Arruda protegeu bolsonaristas acampados e recusou-se a cancelar nomeação de braço direito de Bolsonaro para posto importante. No lugar dele, Lula nomeou o general Tomás Miguel Ribeiro Paiva. Por Luís Leiria.

A comparação dos acontecimentos deste domingo em Brasília com a invasão do Capitólio por manifestantes trumpistas, há dois anos, era inevitável. Há, no entanto, uma enorme diferença entre ambos episódios.

Quebrando um mutismo de quase dois dias, o candidato derrotado fala em sentimento de “indignação e injustiça” quanto ao resultado das presidenciais brasileiras e pede apenas que manifestações pró-golpe respeitem o direito de ir e vir. Por Luis Leiria.