Poucos dias após Pablo Casado e Albert Rivera selarem um pacto para acabar com o Governo de Susana Díaz na Andaluzia, o partido de extrema-direita Vox veio anunciar que não lhes dará apoio se não eliminarem, entre outros, o ponto do seu acordo que prevê implementar "’com dotação orçamental suficiente’ as medidas ditadas pela ideologia de género e as associações feministas podemitas radicais”.
O líder do Vox na Andaluzia, Francisco Serrano, defendeu o fim das "subvenções milionárias a associações que fomentam o feminismo supremacista e as imposições ideológicas da esquerda" e que "se respeite a presunção de inocência e a independência judicial".
Que no se manipule más. Lo que pedimos es que no haya prejuicios, se respete presunción de inocencia, la independencia judicial y que se acaben las subvenciones millonarias a asociaciones que fomentan el feminismo supremacista y las imposiciones ideológicas de la izquierda.
— Francisco Serrano (@FSerranoCastro) 2 de janeiro de 2019
Serrano repudia o ponto do acordo sobre violência machista por seguir “os mandamentos da ditadura de género".
Esos pactos que los suscriban con PSOE y PODEMOS.En política social todos siguen,con sumisión lanar,los mandamientos de la dictadura de género. Dónde el cambio?
Vox no aceptará los acuerdos firmados por PP y C's para impulsar leyes de género en Andalucía https://t.co/5QHMTXXEeT— Francisco Serrano (@FSerranoCastro) 2 de janeiro de 2019
“Não se trata de uma linha vermelha, e sim de um ponto de partida" na mesa de negociação, assegurou.