Contra a violência machista, luta feminista!
Segunda feira é dia de sair à rua contra todos os tipos de violência para com a mulher. Nos últimos 15 anos, foram 500 as mulheres assassinadas em Portugal em contexto de violência doméstica. Este ano saímos à rua em várias cidades para lembrar as vítimas e dizer: nem mais uma!
Para esta segunda-feira, estão convocadas manifestações em:
- Aveiro, 18h30, Praça Joaquim Melo de Freitas: https://facebook.com/events/1156974661359856/
- Braga, 18h30, Avenida Central: https://facebook.com/events/2475713486089442/
- Coimbra, 16h30, Praça 8 de Maio: https://facebook.com/events/s/concentracao-25n-coimbra/580241712782235/
- Lisboa, 17h30, Largo do Intendente: https://facebook.com/events/954098841622587/
- Porto, 18h00, Praça da Cordoaria: https://www.facebook.com/events/802542590205446/
- Viana do Castelo, 17h30, Praça da República: https://facebook.com/events/s/concentracao-pelo-fim-da-viole/1293604954181683/
- Viseu, 17h30, Rua Dom António Alves Martins - Junto à PSP: https://facebook.com/events/416190875716987/
Em Vila Real, às 22h, no Club de Vila Real, realiza-se o Debate "Quem matou Eloá?" https://www.facebook.com/events/2348813748578328/
Dia Internacional
O Dia Internacional pelo fim da Violência contra a Mulher celebra-se anualmente no dia 25 de novembro e a sua convocação foi iniciada pelo movimento feminista da América Latina, para assinalar o assassinato das três irmãs Mirabal1, em 25 de novembro de 1960 pela ditadura de Trujillo na República Dominicana.
Em 1981, o primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho aprovou a consagração do dia 25 de novembro como o dia Latino-Americano e Caribenho de luta contra a violência contra a mulher.
Em 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas assumiu que o dia 25 de novembro passaria a ser consagrado à eliminação da violência contra a mulher.
No dia 25 de novembro de 2018, em Portugal, realizaram-se manifestações em Lisboa, Porto e Viseu.
Portugal 2019
Em 2019, até meados de novembro, já foram assassinadas 23 mulheres, oito homens e uma criança em contexto de violência doméstica, de acordo com dados confirmados pela Procuradoria-Geral da República e divulgados pelo “Expresso” deste sábado. O jornal destaca: “entre os homens assassinados apenas dois foram mortos por mulheres. Não há uma inversão de papéis. Este é um crime de género”.
Notas: