A pré-campanha presidencial de Catarina Martins começou o dia de sexta-feira em Vila Real, num encontro com responsáveis do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. “Estamos em novembro, está a chover e eu quero dizer que este é o momento exato para nós nos preocuparmos com os fogos florestais. É agora que estamos a preparar o que vai acontecer no próximo verão”, afirmou a candidata.
Mas para que essa preparação tenha sucesso, “é preciso investir em quem está todos os dias na floresta, é preciso investir na floresta, na agricultura de proximidade, na pequena agricultura que segura o território e é preciso dar também meios suficientes para a intervenção já”, defendeu. Esses meios, prosseguiu Catarina, traduzem-se em “vigilantes da floresta, guardas florestais, sapadores florestais”
Lembrando que “o papel de um Presidente da República é chamar a atenção” para estes problemas, alertou ainda que no momento em que o Parlamento debate o Orçamento do Estado na especialidade, é preciso ter em conta “que fazer o investimento agora nos meios que protegem e defendem a floresta é poupar muito do que será, não só a tragédia humana e natural, mas também económica dos fogos no verão”.