Sociedade

Decréscimo do financiamento suportado pelo Serviço Nacional de Saúde penalizou muito as pessoas. Aumento das taxas moderadoras, redução das isenções e alteração nas comparticipações dos medicamentos são apontados pelo Instituto como causadores desta alteração.

Dois dos cinco agentes da PSP, envolvidos na agressão física ao estudante Vasco Dias, em 2010, foram condenados à pena de um ano de prisão pela prática dos crimes de ofensa à integridade física. Segundo fonte ligada ao processo, os agentes da PSP cumprirão pena suspensa.

Mais de 40 sindicatos, associações sindicais e comissões de trabalhadores do setor dos transportes (filiados na CGTP, na UGT e independentes) subscreveram uma declaração conjunta de apelo à participação na Greve Geral. Esta adesão faz prever uma elevada paralisação em todo o setor dos transportes no dia 27 de junho de 2013. Leia todas as notícias do esquerda.net sobre a Greve Geral.

No próximo sábado, dia 22 de junho, tem lugar a 14ª Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, subordinada ao lema "Arco-Íris contra a crise". A iniciativa, agendada para as 17h, com concentração no Jardim do Príncipe Real, visa “trazer o orgulho, a visibilidade” e as reivindicações da comunidade LGBT para as ruas de Lisboa. A Associação de Estudantes do ISCTE-IUL afirma-se “solidária" com esta Marcha, "vinculando o seu apoio à mesma”.

Esta quarta feira, trabalhadores dos Correios de Portugal, representantes das juntas de freguesia e populações de freguesias de várias zonas do país afetadas pelo encerramento de estações de CTT vão concentrar-se, a partir das 11h30, em frente ao edifício da Administração dos CTT, no Parque das Nações, em Lisboa. A deputada do Bloco Ana Drago participará neste protesto.

Lisboa, Porto, Coimbra e Faro foram palco esta terça feira de iniciativas de apoio aos protestos dos jovens brasileiros, que têm sido pautados pela violência policial. “Brasil, Grécia, Turquia, Portugal: a nossa luta é internacional!” e “Da Copa do Mundo, eu abro mão! Quero dinheiro p’ra Saúde e Educação!” foram algumas das frases mais ouvidas durante estas acções.

As Comissões de Trabalhadores do parque industrial da Autoeuropa anunciaram a adesão à greve geral de dia 27 de junho e mais uma vez irão juntar-se ao protesto contra as políticas do Governo para empobrecer o país.

Os sindicatos estimam que a greve dos docentes se tenha fixado numa adesão próxima dos 93%, com mais de 20 mil alunos impedidos de realizar exame nacional de Português, e que muitos só se realizaram com “ilegalidades e arbitrariedades”.

Lisboa, Porto, Faro e Coimbra terão às 17 horas desta terça-feira manifestações de apoio aos protestos dos jovens no Brasil que ocorreram nas últimas semanas. As manifestações começaram com o aumento das tarifas de autocarros, metros e comboios, no início de junho.

A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) lamentou hoje a forma como estão a decorrer os exames nacionais do Ensino Secundário, considerando que o ministro da Educação perdeu “toda a credibilidade”.

Alunos da Escola Sá de Miranda em Braga, que não realizaram o exame de Português, invadiram sete salas de aula onde a prova decorria e cantaram a “Grândola Vila Morena” pelos corredores. PSP interveio e estudantes denunciam o uso de bastões.

O secretário-geral da Fenprof disse esta segunda-feira que a adesão à greve de professores deve rondar os 90% e que há escolas em todo o país onde os alunos não estão a realizar os exames.

A greve aos exames nacionais, convocada por oito estruturas sindicais, começa esta segunda-feira. Os professores acusam o ministério de Nuno Crato de querer promover um despedimento em larga escala e recusam o aumento da carga laboral e a mobilidade geográfica.

As mulheres europeias recebem, em média, pensões 39% mais baixas do que os homens, com o Luxemburgo e a Alemanha a serem os países onde as desigualdades são maiores, revela um estudo da Comissão Europeia.

A Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (Ferlap) não compreende porque é que o governo não altera a data dos exames nacionais de português e latim, marcados para esta segunda-feira, 17 de junho, dia da Greve dos professores. A Ferlap exige a mudança de data, assim como a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE).

João Bau, investigador-coordenador e deputado municipal do Bloco em Lisboa, afirma neste texto que defende a “propriedade pública e a gestão pública dos serviços de abastecimento de água e saneamento”. Salienta que esta opção se baseia numa visão “diferente da perspetiva neoliberal” e que assenta noutros valores e noutra cultura, “que passa pelo reconhecimento do 'direito à água', condição necessária à garantia do direito à vida, como sendo uma responsabilidade coletiva”.

Publicamos em Esquerda com memória a comunicação “julgar a Pide condenar o fascismo”: Tribunal Cívico Humberto Delgado, uma experiência breve (1977-1978), apresentada ao Colóquio Internacional Legados do Autoritarismo em Perspectiva Comparada, Lisboa, Abril de 2012 por João Madeira, Investigador do Instituto de História Contemporânea, FCSH/UNL

Dezenas de milhares de docentes manifestaram-se em Lisboa, neste sábado, em defesa da Escola Pública e do direito ao trabalho. O secretário-geral da Fenprof acusou o governo de pôr em risco os exames nacionais do secundário e afirmou que os professores vão continuar a luta. Em solidariedade com o protesto dos docentes, o coordenador do Bloco de Esquerda esteve presente e declarou o apoio à greve de dia 17, acusando Nuno Crato de provocar instabilidade nas escolas. Veja fotogaleria. e vídeo.

Jornalistas, artistas, investigadores, cineastas, médicos, professores e militares assinaram uma Carta de solidariedade com o povo grego e contra o apagão do serviço público de rádio e televisão. Entre os 78 signatários, contam-se Jorge Sampaio, Manuel Alegre, Catarina Martins, Francisco Louçã, Eduardo Ferro Rodrigues, Domingos Abrantes, José Ribeiro e Castro,  José Vera Jardim, Ruben de Carvalho, José Mário Branco, Alberto Arons de Carvalho e Inês de Medeiros.

Os professores manifestam-se neste sábado, em Lisboa, concentrando-se a partir da 15 horas no Marquês de Pombal. Na segunda-feira, farão greve. Nuno Crato não apresentou propostas diferentes aos sindicatos e mantém teimosamente os exames marcados para segunda-feira. A Fenprof saúda o facto de o Tribunal Administrativo ter adiado, para uma data que posterior à da greve, a apreciação do recurso do MEC e releva que se trata de uma “tremenda derrota” para o ministério.