Sociedade

Cerca de 500 professores contratados manifestaram-se este sábado em frente à Assembleia da República, em Lisboa, contra a realização da prova de avaliação imposta pelo governo para o acesso à carreira. Durante o protesto, os docentes queimaram cópias dos diplomas e de notas de 20 euros. Registaram-se também manifestações em Braga, Coimbra, Santarém e Évora. 

A decisão foi tomada no conselho geral da Federação Nacional da Educação (FNE), que esteve reunido este sábado em Évora. A Fenprof também já tinha anunciado que irá avançar com um pré-aviso de greve para o dia 18 de dezembro, caso as provas se venham a realizar. Centenas de professores contratados protestaram este sábado contra a medida.

Tendo os tribunais administrativos e fiscais aceite nove das 12 providências cautelares apresentadas pela Fenprof, foi dado o “primeiro passo para a anulação" da prova de acesso para professores, afirmou Mário Nogueira. Fenprof acusa governo de querer "comprar professores do quadro para classificarem provas dos seus colegas sem vínculo”.  FNE convoca greve para 18 de dezembro. 

2.170 pessoas possuem o equivalente a 10 por cento do produto bruto mundial. Entre 2009 e 2013, a riqueza dos multimilionários passou de 3,1 biliões de dólares a 6,5 biliões de dólares, um valor próximo a 45% do PIB dos Estados Unidos. Por Marco Antonio Moreno, El Blog Salmón

Protesto reuniu mais de meio milhar em frente à sede da empresa, em Lisboa. Empresa quer acabar com os benefícios dos respetivos serviços sociais e passar trabalhadores e reformados para o regime geral da Segurança Social.

Atletas realizam movimento histórico contra a Confederação Brasileira de Futebol e reivindicam 30 dias corridos e irrevogáveis de férias e um limite máximo de sete jogos por mês. Movimento “Bom Senso F.C.”, coordenado pela Internet, está à frente das mobilizações.  

As Associações de Estudantes proponentes da manifestação nacional contra os cortes do OE para 2014 (ver página no facebook), que vai ter lugar dia 19 de novembro em Lisboa juntaram-se e fizeram grande ação de mobilização nas cantinas universitárias de Lisboa e do Porto.

Os professores dos conservatórios e das escolas com ensino artístico lutam pela integração nos quadros de todos os docentes com mais de três contratos anuais sucessivos. Em concentração realizada nesta quinta-feira junto ao ministério da Educação (ME) disseram: “Estamos fartos de maus Cratos”.

Posições de escolas, abaixo-assinados, recusas individuais de professores convidados para serem classificadores – multiplicam-se as denúncias da prova que pretende avaliar docentes que já foram várias vezes avaliados e que chegam a ter dez e quinze anos de ensino.

Marisa Matias volta a encontrar-se com os portugueses que vivem numa residência social no Luxemburgo, e acusa as autoridades do país de serem muito rígidas relativamente às regras do arrendamento, mas muito flexíveis quanto às leis do trabalho.

Um grupo de professores contratados mostrou ao ministro Nuno Crato notas de 20 euros, a quantia mínima que terão de pagar para fazerem a prova de avaliação necessária ao acesso aos concursos de seleção e recrutamento de docentes. Sindicatos tomam medidas no sentido de tentar impedir a realização das provas.

O economista liberal, ex conselheiro de Durão Barroso, e que conta no seu currículo com passagens pelo FMI, Banco Central Europeu e Reserva Federal Norte Americana, entre outros, defende que “o governo português fez o grande erro de tentar ser o melhor da turma no concurso de beleza da austeridade” e que os países do Sul da Europa devem unir-se para mudar as políticas europeias.

Entre janeiro e julho, registou-se uma redução de cerca de 12% no número de nascimentos. A manter-se este nível de queda Portugal poderá ficar, em 2013, abaixo dos 80 mil nascimentos. A crise económica, a precarização das relações laborais e a vaga de emigração são alguns dos fatores que justificam esta tendência.

Os trabalhadores do setor dos transportes e comunicações prosseguem com os protestos contra a austeridade imposta pelo governo PSD/CDS-PP, promovendo uma nova jornada de lutas/greves entre os dias 29 de novembro e 6 de dezembro. Estão já agendadas várias paralisações no Metro de Lisboa, Transtejo, STCP e CTT.

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Os trabalhadores dos CTT vão estar em greve a 29 de novembro e nos dias 27, 30 e 31 de dezembro, anunciou esta segunda-feira o secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT).

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A APRe! - Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados – está a organizar vigílias por todo o país em protesto contra as medidas do Governo de corte nas pensões. Esta quinta-feira está marcada uma ação para as 18:30 no Rossio em Lisboa.

O Fórum Precariedade e Desemprego que decorreu nos dias 8 e 9 de novembro de 2013, aprovou três propostas e compromissos: exigem apoio para todos os desempregados, lançam ação internacional e um novo canal de denúncias para regularizar situações de falsos recibos verdes.

É divulgado nesta segunda-feira um estudo europeu do impacto dos planos de austeridade dos Governos sobre os direitos das pessoas com deficiência. Nele, assinala-se que “a taxa de risco de pobreza das pessoas com deficiência é 25% superior”, em Portugal e noutros países, e um dos responsáveis do relatório aponta que a inclusão das pessoas com deficiência “está suspensa” e que se está perante um “cenário negro que tem tendência a piorar”.

Várias associações de estudantes do Ensino Superior convocaram manifestação nacional contra o Orçamento do Estado (OE) para 2014, pelo chumbo da proposta do Governo e contra o sucessivo desinvestimento no Ensino Superior. O protesto tem página no facebook e está marcado para o dia 19 de novembro, com início às 15h no Largo Camões, em Lisboa, e desfile até à AR.

Na concentração contra o despedimento de 21 trabalhadores do Casino da Póvoa, uma dirigente sindical disse que o despedimento é “injusto”, “discriminatório”, “seletivo” e visa “acabar com a contratação coletiva”. Catarina Martins manifesta solidariedade, condena despedimento “ilegal” e exige ao Governo “que não permita que com o dinheiro dos nossos impostos se ande a despedir trabalhadores”.