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Ligas e campeonatos vendem o seu nome a estas empresas. Esta época 66% dos clubes europeus têm pelo menos um acordo com um delas. Um terço usam o seu nome como patrocínio nas suas camisolas principais.

Cânticos homofóbicos fizeram parar o jogo amigável de preparação para a Copa América. Enquanto isso, nos ecrãs, surgiu “não há lugar para a homofobia”. Não é a primeira vez que os adeptos mexicanos agem desta forma e a federação do seu país já foi multada.

Nas bancadas do jogo contra o Atlético de Madrid foram milhares as bandeiras palestinianas desfraldadas enquanto se cantava que a Palestina “nunca caminhará sozinha”. A UEFA anunciou logo de seguida que estuda a possibilidade de um processo disciplinar.

Nos últimos cinco anos, o SEF descobriu mais de 250 jogadores vítimas deste tipo de crimes. O presidente do sindicato diz que “a forma como encaramos este problema diz muito sobre o país que somos e queremos ser”.

O início da liga espanhola de futebol feminino foi adiado por causa da greve convocada pelas futebolistas a exigir o aumento do salário mínimo.

O Presidente da Federação Espanhola de Futebol, acusado de ter beijado de forma não consentida uma jogadora na final do campeonato do mundo, tinha feito circular a notícia da demissão. Volta agora atrás. Agora o resto da equipa começa a colocar-se ao lado de Jenni Hermoso nas redes sociais e diz “acabou-se”.

Rui Sacramento, o treinador, solidarizou-se com os futebolistas e o clube despediu-o por telefone. O Sindicato dos Jogadores estará esta quarta-feira no estádio.

Enquanto se celebra mediaticamente o campeonato do mundo de futebol feminino, o grupo inglês Women in Football lembra uma outra realidade das mulheres que trabalham no mundo do futebol: sexismo, assédio sexual e comentários depreciativos sobre as suas capacidades devido ao seu género.