Comunidade

Não interessa aos portuenses e aos gaienses que a exploração especulativa e gananciosa dos seus territórios se prolonguem para as águas do rio que é de todos. Por Luis Vale, Soares da Luz e Lurdes Gomes.

A extrema-direita parece avançar sob os escombros de governos frentes amplistas ou que moderam o programa após a vitória nas urnas. Enquanto o conjunto das classes dominantes locais adere ao projeto de recolonização neoliberal e ao rentismo como forma prioritária de acumulação. Por Milton Alves.

As eleições marcadas para 14 de maio opoem o atual presidente Recep Tayyip Erdogan e Kemal Kilicdaroğlu, representando os seis principais partidos da oposição que se uniram na tentativa de romper com a hegemonia do "novo sultão". Por Antonio Ribeiro Tupinamba.

Um ano depois da invasão com avanços e recuos de parte a parte, como desenhar a paz numa guerra fratricida e sanguinária, recheada de crimes de guerra contra a humanidade? Por José Carlos Lopes.

Enquanto aluno, não peço muito. Peço o mínimo. Habitação social e digna, alimentação social e decente, e condições boas para estudar. Por Francisco de Jesus.

A partidarização das Forças Armadas pela extrema-direita é um facto presente na atual conjuntura do Brasil. Dissolver o GSI é uma condição inescapável do governo popular de Lula para desarmar as armadilhas dos generais contra o poder eleito. Por Milton Alves.

O que impressiona nas notícias da generalidade dos media em Portugal em relação a Lula da Silva é sobretudo a desinformação – alguma deliberada – relativamente ao processo Lava Jato de que foi vítima. Por Manuel Carlos Silva.

A estratégia da submissão a Bruxelas e Berlim e a resignação só levam a tristes, pesadas e humilhantes derrotas históricas, das quais demoraremos anos a levantar-nos e que tanto prejudicaram o avançar da luta à escala europeia. Artigo de Rafael Boulair.

Rafael Boulair

A prática de atos de violência contra animais é a prática de violência contra humanos. Não é de todo o meu objetivo começar este texto por humanizar os animais, mas sim, falar sobre a dignidade de vida que merecem. Artigo de Eliana Dias

Mudar o quê? Mudar a natureza do poder, rejeitando o governo ao serviço duns poucos: dos que detêm o capital financeiro e dos que mandam no país, na Europa e no Mundo... Por Francisco Liberato Fernandes

Tudo o que eu queria, era poder votar. Desde que me mudei para o Reino Unido, em 2011, que perdi eleições. Nunca antes tinha faltado ao meu direito de voto. Contudo, estar no estrangeiro e votar é complicado. Por Joana Santos.

Ainda que nos queiram tratar como indigentes sem memória, não podemos deixar de manifestar profunda indignação perante a encenação cínica, protagonizada por uma maioria que se uniu no governo para aplicar a mais dura política austeritária sobre o povo português. Artigo de José Lopes.

Parece impossível que alguém possa sentir-se feliz porque trabalha, um ato que até então era tão natural como o simples respirar. Sem perspetivas de continuidade que parte de mim ponho nisto? Por Maria de Baledón

Quando a lamechice e a pedinchice se substitui ao Estado que deveria ser, através do SNS e dos seus serviços de Segurança Social, o garante da proteção dos mais desfavorecidos, isso cria-me repulsa. Artigo de Maria de Baledón

A municipalização da Educação que o ministro Nuno Crato quer deixar como uma das suas marcas no MEC visa não só a desresponsabilização da tutela, mas é fundamentalmente o velho sonho da direita de privatizar a educação e desmantelar a escola pública. Por José Lopes.

Estranha lógica de o Estado estar a pagar ao privado por as mais 656 turmas nos 5º, 7º e 10º anos, com contrato de associação, cerca de mais de três milhões e meio de euros do que gastaria, caso estas turmas ficassem em escolas públicas. Por José Lopes.

"Procuramos Máquinas - Envie o seu CV" é o assunto de um email que recebi. Artigo de Maria de Baledón

Roma antiga é um exemplo claro da historicidade e constância das lutas sociais, de uma sociedade que a mais de dois mil anos de distânciade nós, revela padrões, habítos e pontos de vista que nos são familiares. Artigo de António Gil Cucu, estudante.

Alertas inquietantes do FMI para mais cortes na despesa pública funcionam como recados pós eleições legislativas, tanto para PSD/CDS como para PS, que por agora se obrigam a declarações nada convincentes, de não partilharem tal caminho de mais austeridade. Artigo de José Lopes (Ovar)

O 24 de maio foi, sem dúvida, o início de uma primavera anunciada. Daqui em diante, cabe à esquerda partidária e aos movimentos populares construir uma alternativa capaz de vencer as legislativas de novembro. A única saída é a Unidade Popular. Por Rafael Boulair.