A CDU rejeitou a proposta do Bloco de Esquerda, Livre e PAN para liderar uma coligação alargada de oposição à governação de Ricardo Leão em Loures. Os três partidos apelavam à construção de uma maioria progressista e humanista que unisse a esquerda no concelho.
Dirigentes nacionais do Bloco, do Livre e do PAN estiveram em consonância na apresentação da coligação que os une em Loures. Concordaram nas críticas à postura da atual Câmara Municipal quanto à destruição de barracas sem oferecer alternativa habitacional e nas críticas ao governo sobre o recuo no luto gestacional nas leis do trabalho.
Os três partidos anunciaram uma coligação para esta autarquia que se bate por “um programa político assente na defesa do direito à habitação, no direito à mobilidade, no combate à crise climática e na defesa intransigente dos direitos humanos”.
Habitação, território e serviços públicos são as prioridades de uma coligação que junta o Bloco de Esquerda, o Livre e o PAN. Caminho político da coligação nasce da "escuta", da "proximidade", e da "presença diária no terreno".
Em Coimbra, no dia em que foi noticiado que há 250 mil casas vazias que não estão no mercado de arrendamento nem de venda, a coordenadora do Bloco criticou a política de “dar dinheiro às construtoras” para construir mais nos subúrbios em nome de soluções efetivas para os problemas da habitação que começam nas autarquias.
O Bloco de Sintra salienta que tentou “ao longo dos últimos meses” construir soluções alargadas à esquerda para “enfrentar o risco real da extrema direita no município”. Mas PS e CDU “não mostraram interesse” e o Livre optou por alinhar com o PS.
Combate à pobreza, habitação, cultura, clima e mobilidade são prioridades do candidato do Bloco à Câmara do Porto. "Há muitas camas para turistas, poucas casas para quem vive no Porto", afirmou.
Bloco de Esquerda, Livre e PAN firmaram esta semana um acordo de coligação em Cascais e apresentam como candidato a Presidente da Câmara Municipal o economista Alexandre Abreu.