Política

O coordenador do Bloco de Esquerda exigiu, neste sábado, a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, perante a "prova documental e irrefutável" de ter mentido em 2008 ao parlamento. João Semedo sublinha que a "prova" da mentira deve ter consequências políticas e que o parlamento também não pode ficar indiferente.

O candidato independente que encabeça a lista do Bloco à Câmara do Seixal defende a implementação de um programa de emergência social para os mais desfavorecidos e critica o executivo CDU por “não se aproximar da população durante a tomada de decisões” e por “delegar ao poder central toda a responsabilidade de agir sobre os problemas sociais”.

O Bloco Loures respondeu a quatro questão que foram proposta pela associação Vida Animal, no âmbito da iniciativa “Autárquicas 2013 Pelos Animais” promovida por esta associação, com o objetivo de conhecer as posições dos candidatos às diversas câmaras municipais relativamente a alguns temas associados à proteção dos animais.

A coordenadora do Bloco de Esquerda criticou o PS por aceitar “conversar no parlamento” com PSD e CDS sobre os cortes nas pensões. “Percebe-se porque é que o PSD e o CDS insistem nesse apelo: o consenso com o PS é o seguro de vida do Governo”, sublinhou Catarina Martins.

Em carta enviada ao líder parlamentar do Bloco de Esquerda em 2008, com cópia para todos os líderes parlamentares, o atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, garantiu que nunca tinha sido “sócio ou acionista” da SLN, o que hoje se sabe ser uma flagrante mentira. João Semedo salienta que “um cidadão que mente ao Parlamento não tem condições políticas para ser membro de um Governo”.

Num dia dedicado à campanha no distrito de Aveiro, a coordenadora bloquista afirmou que as palavras de Paulo Portas "não passam no teste da realidade", já que todos os pensionistas vão ficar a perder com o próximo Orçamento de Estado. 

Fernando Queiroz (Matosinhos), Eliseu Lopes (Valongo) e Rosa Cruz (Maia) chamam a atenção para o estado lamentável do rio, criticam os respetivos executivos municipais que “não têm prestado nenhuma atenção” ao problema e apresentam propostas intermunicipais para a despoluição do rio Leça.

O candidato do Bloco de Esquerda à Câmara da Moita considera preocupante a situação financeira da autarquia, “quando se fala que existe uma dívida a longo prazo de quase 22 milhões de euros”, defende a dinamização económica do município e propõe a revisão da taxa de IMI.

O candidato do Bloco defende a valorização do apoio domiciliário aos idosos e um reforço da intervenção da Câmara em “coordenação e em rede” com as instituições de solidariedade social.

João Semedo acusou os três partidos subscritores do memorando de lançarem "uma distração de campanha: o totodéfice". E desafiou Seguro a dizer se manterá o voto contra o Orçamento de Estado caso a troika aceite a sua aposta de 5% de défice, em vez dos 4% de Passos Coelho ou dos 4,5% de Paulo Portas. "A aposta do Bloco é acabar com a política de austeridade", garantiu esta quinta-feira no comício do Bloco em Setúbal.

O coordenador nacional do Bloco de Esquerda, João Semedo, acusou esta quinta feira Maria Luís Albuquerque de estar “atolada numa série de contradições, incongruências e mentiras que foram por si assumidas no Parlamento” e reforçou a ideia de que a ministra das Finanças não tem condições para continuar no cargo.

O Bloco de Esquerda de Barcelos iniciou a sua campanha eleitoral com um jantar na freguesia de Alvito S. Pedro. José Maria Cardoso reafirmou a oposição do Bloco à agregação de freguesias, recordando que foi por iniciativa bloquista que a Assembleia Municipal de Barcelos foi a única do país a aprovar um referendo local sobre esta lei.

Na apresentação do programa eleitoral à autarquia, Carlos Matias defendeu medidas para proteger as micro e pequenas empresas no Entroncamento, bem como as concessões retiradas aos ferroviários

A candidatura bloquista na Amadora esteve esta semana nos terrenos arrasados pela  Câmara Municipal na Serra do Marco em maio, para uma ação de desobediência em defesa das hortas em terrenos municipais. Veja aqui o vídeo.

O coordenador nacional do Bloco de Esquerda acusou o Governo de optar “por financiar os colégios particulares e o ensino privado em detrimento do financiamento da Escola Pública” e alertou para a confusão que se instalou na abertura do ano letivo. João Semedo voltou também a criticar as "chantagens e pressões" das agências de ‘rating'.