Política

Na mensagem de Ano Novo divulgada este sábado, Catarina Martins dirige-se ao “país solidário que não se resigna a um futuro de pobreza e desigualdade”.

Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares querem que a comissão de inquérito aprove um relatório imparcial, sem o branqueamento de Maria Luís Albuquerque nem o “passa-culpas entre PS e PSD”.

A Associação de Reflexão e Intervenção na Política Educativa das Escolas Superiores de Educação exige que o ministro da Educação se retrate perante as ESE e os "professores e educadores nelas formados" e pede a sua demissão.

A deputada do Bloco Mariana Mortágua afirmou esta sexta feira que “quanto mais austeridade o Governo impõe, pior é a consolidação orçamental”. “Não existe futuro para um Governo que não tem outra estratégia que não o empobrecimento da população portuguesa”, defendeu.

O primeiro ministro anunciou o número de empregos gerados, esquecendo-se de mencionar o número de empregos destruído e de referir os 63 mil emigrantes que deixaram de integrar a população ativa. Bloco acusa Passos Coelho de “mentir sobre os dados que existem para disfarçar os resultados desastrosos da destruição que está a impor ao país”. 

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A Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRe) acusa o presidente da República de dar prioridade “à aventura” do governo em detrimento da defesa da Constituição. A CGTP afirma, por sua vez, que Cavaco Silva é "cúmplice da política antissocial" do executivo de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas.

O Ministério da Saúde confirmou as suspeitas levantadas pelo Bloco de Esquerda: em vez de usar meios próprios para fazer o inventário, como fizeram as restantes, a Administração Regional de Saúde de Lisboa contratou uma consultora privada a peso de ouro.

O Presidente da República deixou passar o último dia para pedir a fiscalização preventiva ao TC. Para o Bloco, resta-lhe vetar o OE2014 se quiser cumprir a Constituição.

Para Marisa Matias, a mensagem de Natal do primeiro-ministro falou “de um país que só existe na sua cabeça”. 

Entre janeiro e novembro o Estado cobrou mais 2.666 milhões em impostos do que no mesmo período de 2012. Mas só em juros pagos à troika já saíram do país 2.770 milhões de euros.

O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) acusa o ministro da Educação de "descredibilizar" a atividade da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e frisa que "não existem condições de confiança" para Nuno Crato "continuar a tutelar o ensino superior".

Cidadão que interrompeu primeiro-ministro no Parlamento duas vezes é constituído arguido pelos crimes de coação contra órgãos constitucionais e perturbação do funcionamento de órgão constitucional. Penas vão de de um a oito anos, no primeiro caso e até três anos, no segundo.

Catarina Martins mostra que o “desvio colossal” das contas provocado pela recessão da troika representa um valor 15 vezes superior aos 380 milhões de cortes que o Tribunal Constitucional chumbou. Além disso, a “borla fiscal” acordada por PSD, PS e CDS representa quase esse valor.

Subir Lall, o técnico indiano que fala em nome da troika, voltou a insistir em entrevista ao Expresso que o FMI acha que ainda há muito que fazer para “flexibilizar” o mercado de trabalho e assim baixar os salários. E rejeita qualquer ideia de rever as metas do défice.

Mesmo sem contabilizar este valor, os benefícios fiscais concedidos às empresas cresceram 157 milhões de euros entre 2010 e 2012. Tribunal de Contas alerta para a alta concentração de benefícios fiscais em dez entidades que, no ano passado, deixaram de pagar 132 milhões de euros em IRC.