Paula Sequeiros

Paula Sequeiros

Investigadora em sociologia da cultura

Votar nestas eleições europeias não é realmente a mera reativação dum direito: é o que sinto ser a afirmação de quem tanto lutou e tanto quer continuar a lutar, de quem sabe que tem passado mas não abre mão de exigir um futuro.

A Associação de Estudantes do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar opõe-se à realização, a 11 de maio, da Garraiada Académica, financiada pela FAP. Em causa está o respeito pelos direitos dos animais e a coerência com a cultura e valores da sua escola superior.

No dia do livro é importante lembrar que esta velha inovação da humanidade perdura e se reinventa entre as relações das gentes com o objeto. O livro reflete quem o criou e para quê. Quem o lê, o destrói, o acarinha, o transmite ou censura evidencia o poder que ele pode encerrar. Se nenhuma pessoa é uma ilha, nenhum livro é apenas uma coisa. “O livro muda a história que o muda”, diz Fernando Báez em Os Primeiro Livros da Humanidade. Por Paula Sequeiros

Com 2014 prestes a iniciar-se, mudada a liderança da Câmara do Porto, não há razões para ter boas expectativas sobre política municipal para animais de rua.

A 24 de novembro de 1945, foi inaugurada a Sala de Leitura Feminina na Biblioteca Pública Municipal do Porto. Que se leria em tal sala? Quem iria lá ler? Por Paula Sequeiros para esquerda.net.

A Universidade de Verão do Partido da Esquerda Europeia decorre até dia 6 de julho, no Porto. Estão inscritas, até ao momento, cerca de 350 pessoas, vindas de dezassete países europeus e também da Colômbia, do Brasil e da República Árabe Saráui Democrática. Na sessão de abertura da universidade, a eurodeputada Marisa Matias apelou à participação na manifestação pelo derrube do governo que terá lugar no próximo sábado.

Agora é a hora de começarmos a dar respostas e de fazermos Resistência!

Vemos umas caricaturas do Cavaco Silva e se calhar achamos graça. Sim, ele tem culpa. Vemos a paródia ao Relvas, e sim é um burlão. Vemos o achincalhar da Assembleia da República, no seu conjunto, e – se calhar – já pensamos duas vezes. Ou não?

A partir dos últimos dias de junho um grupo de artistas portugueses têm vindo a queimar obras suas, à razão de uma por dia, e a filmar essas ações.

A esquerda tem um discurso próprio e para o construir tem de escolher as palavras certas. Uma esquerda feminista só pode pensar-se não usando o masculino universal ou falso neutro, como também é conhecido.