Luís Fazenda

Luís Fazenda

Militante do Bloco de Esquerda

No vazio premeditado do congresso, avulta a definição costista do mesmo: o mesmismo.

O ex-ministro grego das Finanças, Yanis Varoufakis, empenha-se a divulgar uma lista transnacional para o Parlamento Europeu. Quando rejeitamos fazer companhia a Varoufakis nessa candidatura, em maio de 2019, temos razões sérias.

Até hoje Marx é o porta-estandarte da luta de classes que atravessa o capitalismo e também rasgou caricaturas de socialismo.

Neste resumo da sua intervenção na Conferência dos 200 anos de Karl Marx, a 24 e 25 de março, Luís Fazenda defende que desconstruir as teorias de choque de civilizações e as pretensões reacionárias de califados são necessidades da luta imediata.

Será que quem ganhou as eleições e tem maioria está proibido de exercer o poder que a própria Constituição monárquica outorga?

A atual repressão de Rajoy sobre o exercício de um referendo legitima e reforça ainda mais a via independentista. Depois de 1 de outubro a revolta catalã vai acentuar-se.

Se o poder dos “nossos” se vale de meios ilegítimos para defender o poder pelo poder, perdemos o poder e a causa.

A Generalitat da Catalunha (governo autonómico) convocou para 1 de outubro um referendo para que a cidadania catalã se pronuncie sobre a Independência do território. Acontece que o Estado Espanhol não autoriza este referendo...

Causou estranheza que o presidente da câmara de Lisboa, Fernando Medina, tenha sido o único signatário sem quaisquer responsabilidades em França de um Manifesto denominado "Dès Demain" (A Partir de Amanhã).

O populismo é a injúria para aqueles que, real ou ficticiamente, afrontam a ordem estabelecida. É a propaganda do “eixo do mal”.