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Helena Pinto

Dirigente do Bloco de Esquerda. Vereadora da Câmara de Torres Novas. Animadora social.

Artigos do Autor(a)

21 de Dezembro, 2011 - 15:43h

O que assistimos é inqualificável, a porta-voz de uma empresa do sector empresarial do Estado, ameaça com o não pagamento dos salários caso se realizem mais greves.

18 de Dezembro, 2011 - 19:39h

Porque é que as “torres” do Aleixo vêm abaixo? Porque estão num local privilegiado, uma zona de eleição da cidade Invicta, que não pode pertencer aos pobres.

11 de Dezembro, 2011 - 00:06h

O que assistimos é inqualificável, a porta-voz de uma empresa do sector empresarial do Estado, ameaça com o não pagamento dos salários caso se realizem mais greves.

4 de Dezembro, 2011 - 00:33h

Falar em ética social neste orçamento, é demagógico, mas também é descarado e significa que o Governo perdeu todo o pudor em atacar os mais pobres.

30 de Novembro, 2011 - 18:47h

A força da greve de dia 24 de Novembro não pode ficar por aqui. Tem que continuar, dia a dia, mas terá, certamente, que ser chamada a comparecer nas ruas noutra grande mobilização de greve geral.

26 de Novembro, 2011 - 22:36h

A força da greve de dia 24 de Novembro não pode ficar por aqui. Tem que continuar, dia a dia, mas terá, certamente, que ser chamada a comparecer nas ruas noutra grande mobilização de greve geral.

20 de Novembro, 2011 - 01:49h

São a dobrar os motivos para aderir e participar na Greve Geral. As mulheres têm um lugar nesta greve, lutando pelo seu direito ao trabalho, pelo salário justo, mas também pela afirmação do seu papel social, recusando retroceder décadas e aos tempos em que o lugar da mulher era em casa.

13 de Novembro, 2011 - 00:01h

Seria até interessante conhecer o “visto familiar” que o Conselho de Ministros produziu (trata-se de uma avaliação, nas próprias palavras do Governo) sobre o impacto do corte nos salários e nos subsídios em relação ao “estímulo à natalidade”.

6 de Novembro, 2011 - 00:06h

Se forem limitadas as ligações entre as duas margens e entre os concelhos limítrofes de Lisboa, prejudica-se de forma muito penalizadora os trabalhadores e trabalhadoras e “fecha-se o centro” isolando-o da periferia.

30 de Outubro, 2011 - 00:00h

O plano do governo sobre os transportes públicos na capital é um atentado ao direito democrático à mobilidade e tornará Lisboa numa cidade fantasma.

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