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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

3 de Setembro, 2019 - 21:13h

Se a estratégia do urso de peluche resultar, os custos sociais serão profundos, em particular nos riscos de desagregação sindical. Se é isto que fica da entrevista é outro sinal de alarme.

30 de Agosto, 2019 - 15:32h

Tratar o PCP, deste modo, como um urso de peluche, é um insulto. E quem o faz sabe que é um insulto. Mais, é mesmo uma forma de agressividade que pretende agir no debate interno daquele partido.

27 de Agosto, 2019 - 10:34h

Cientista e ativista político do Brasil, militou no POC, uma organização revolucionária e clandestina e esteve depois na fundação do PT. Escreveu recentemente um livro sobre “Bloco de Esquerda e Podemos: dois experimentos de organização na nova esquerda europeia” (2016). Vai fazer falta. Por Francisco Louçã.

26 de Agosto, 2019 - 21:10h

Se o risco para a economia europeia é o perigo alemão (e o medo do ‘Brexit’), para a economia mundial é Donald Trump.

23 de Agosto, 2019 - 21:38h

Se lhe pareceu que aquele jogo era uma tragédia, se se lembra dos olhares soturnos de ministros, das conferências de imprensa sucessivas, dos três ministros nos três-telejornais-três (…) esqueça tudo, já passou, ficou três a zero.

20 de Agosto, 2019 - 23:25h

Se a refinação e distribuição de combustível é estratégica para o país, a ponto de se chamar a tropa para conduzir os camiões, por que raio é que se privatizou a Galp?

18 de Agosto, 2019 - 11:56h

Talvez o relógio tenha sido forçado em demasia: não foi jogada inteligente fazer a requisição civil logo no primeiro dia. E muito menos pôr tropas a conduzir camiões logo passadas poucas horas.

11 de Agosto, 2019 - 21:27h

Bolsonaro usou o assassinato de um opositor à ditadura para tentar amesquinhar o filho, presidente da Ordem dos Advogados, e respondeu às críticas com novas declarações protegendo a história da ditadura.

9 de Agosto, 2019 - 00:20h

Um choque salarial é a nossa salvação. Não existe outra solução: o problema da falta de procura só se pode resolver com mais salários. Isso não depende dos bancos centrais, depende da capacidade de autoproteção da democracia.

4 de Agosto, 2019 - 11:50h

Como não sou o único a notar que há concelhos que parecem estar marcados para a repetição dos fogos, creio que a resposta é óbvia. Há demasiados incendiários de fósforo na mão. Portugal bem precisava que os verões não fossem ditados por estes pirómanos.

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