Almerinda Bento

Almerinda Bento

Professora aposentada, feminista e sindicalista

RESPEITO, gritam os professores. “Em defesa da Escola Pública”, “Hoje ensinamos, Lutando”, "Fartos de ser pisados”, “Professores unidos, jamais serão vencidos”. É um grito de indignação, mas é também um grito de luta e de urgência de unidade. Dia 11 de Fevereiro lá estaremos.

O facto de que as greves por distritos se mantêm elevadas, mesmo depois das reuniões de dia 20, são um sinal de que a luta vai continuar. Dia 11 será uma grande manifestação nacional em Lisboa, porque este é TEMPO de SER, TEMPO dos PROFESSORES.

Espero que “Os Anos” seja lido por muita gente da minha idade, que se vai rever nele. Espero que seja também uma leitura interessante para os e as jovens que vivem no tempo da tecnologia triunfante, da precariedade endémica, do avanço dos extremismos e das descaradas fake news. Por Almerinda Bento

O sector dos cuidados deverá ser repensado reforçando a oferta de uma Rede Pública capaz de proporcionar padrões condignos de atendimento.

Médicos de família penalizados se as suas utentes fizerem aborto voluntário” é o título que nos convoca para antes de 11 de Fevereiro de 2007, quando em Portugal mulheres eram levadas a tribunal por fazerem aborto. Fica-se perplexo.

No dia em que terminei o livro, parece que o conflito na Ucrânia está cada vez mais eminente. Nem a propósito, a ler um livro sobre a II Guerra Mundial, sobre o sofrimento do povo russo na perspectiva das mulheres, aquelas que estiveram na guerra mas que a sociedade russa fez por esquecer e silenciar. Por Almerinda Bento, no blogue Lendo e escrevendo.

É clara a vontade, com este livro, de não deixar esquecer o que foi a polícia política de Salazar, num país e num mundo onde a democracia mostra sempre quão frágil e vulnerável é a todos os populismos e inimigos da liberdade e da democracia. Por Almerinda Bento.

Embora abarcando temas muito diversos, o facto de ter sido escrito em 2012, faz com que muitos dos artigos deste “Palavras em Tempos de Crise” sejam verdadeiros manifestos de um homem de esquerda. Por Almerinda Bento

Sem rodriguinhos, a narradora traz-nos capítulos breves que são como flashes, diapositivos do colonialismo e da vida colonial. Por Almerinda Bento.

A autora reconstitui a memória do assassinato do padre Max e de Maria de Lurdes há 45 anos, um crime de ódio à liberdade e à democracia. Por Almerinda Bento.