Adriano Campos

Adriano Campos

Sociólogo, dirigente do Bloco de Esquerda e ativista contra a precariedade.

Todos os jornais da direita portuguesa, como é próprio das grandes famílias, têm por costume serem habitados por um José Manuel Fernandes.

Em 2017, novecentos alunos perdem três dias de aulas na escola mais emblemática do Porto: o Alexandre.

O governo de António Costa escolheu o Acordo de Concertação Social, cirurgicamente apresentado em época de descontração natalícia, como a "chave de ouro" de um ano promissor.

A corrida aos depósitos, peça fundamental no apocalipse marquesmendiano, saldou-se na mesmice financeira de um país hipotecado: ninguém corre ao que não tem.

O contrato celebrado entre o Banco de Portugal e o ex-governante campeão das privatizações termina a 1 de novembro de 2016.

Morto e enterrado? Os futuros episódios dirão do quem e do porquê do recente recuo, sendo certo que a obstinação ideológica pelo mercado livre e canonizado habitará os debates que importam.

O que faz do Pokémon Go um caso tão singular? A própria prática do jogo. É a primeira vez que a associação entre o espaço público e uma realidade virtual obedece de forma tão contagiante e descentralizada a uma prática de aquisição contínua.

O elogio pangermánico de Durão Barroso ilustra o Conselho Europeu do próximo dia 5. Adiada por força das eleições espanholas, a decisão sobre as sanções a Portugal e Espanha será a primeira tomada de posição política da União Europeia (UE) após o Brexit.

O largo consenso que se constrói em defesa da Escola Pública é a desgraça de uma direita que defende apenas os seus.

Ilídio Pinho foi patrão de ex-ministros e bom cliente do offshore do Panamá. Segundo Rafael Marques, foi também testa-de-ferro de Isabel dos Santos na compra da EFACEC.