Reagindo à notícia que dá conta dos novos cortes nas pensões de sobrevivência, que afinal são uma das "pequenas e médias poupanças" de que o vice-primeiro-ministro não quis falar na conferência de imprensa da semana passada, a deputada bloquista diz que o Governo continua imparável no caminho dos cortes e acrescenta que "é curioso como é que Paulo Portas vem agora dizer que não há linha vermelha e está de acordo com todas estas medidas".
"Paulo Portas bem pode dizer que caiu a TSU. Mas então não é mais uma taxa sobre os pensionistas?", interroga-se a deputada bloquista, que apela a uma forte resposta nas ruas a todos os cortes previstos e aos que Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque esconderam na sua conferência de imprensa conjunta, mas devem ser revelados em breve com a apresentação do Orçamento de Estado para 2014.
"Não podemos aceitar nem compreender que as pessoas que trabalharam uma vida inteira vejam agora cortadas as suas pensões. As pessoas vão exigir que o Governo arrepie caminho e eu creio que a rua terá que ser espaço", concluiu Mariana Aiveca, apelando à participação nos protestos dos sindicatos e movimentos cívicos que estão convocados para este mês.