“O que se passa no rio Tejo não pode ser ignorado nem menosprezado”, dizem os ambientalistas após a recusa do Provedor Europeu de abrir um inquérito sobre a ausência de um regime de caudais ecológicos.
Os ambientalistas alegam que haverá “graves danos ecológicos” sobre os ecossistemas das bacias do rio Zêzere e Tejo em incumprimento de diretivas da União Europeia, bem como danos económicos, sociais, patrimoniais e de paisagem cultural que afetarão as populações ribeirinhas destes concelhos.
O proTejo e outras organizações, como autarquias, organizações ambientalistas, sociais, culturais, afirmam que o país não cumpre a Diretiva Quadro da Água assim causando “danos ecológicos, económicos, sociais e culturais”.