Mobilização dos trabalhadores da Efacec é um "grito de alerta" perante a ameaça de despedimento coletivo e a recusa de diálogo da nova administração, na sequência do processo de reprivatização concluído no final do ano passado.
O Estado tinha injetado largos milhões na empresa e depois, em novembro, vendeu-a a um fundo alemão. Este anunciou agora uma “reestruturação” que implica o despedimento de até uma centena de trabalhadores.
Mariana Mortágua diz que o país "não se pode dar ao luxo de continuar a perder empresas industriais". Para a Fiequimetal, o fundo comprador tem "um historial pouco recomendável no que diz respeito à «salvação» de empresas e à preservação e criação de emprego”.
O Governo anunciou que pretende vender a Efacec a um fundo alemão. Para a deputada Isabel Pires, trata-se de uma empresa estratégica para a transição energética, na qual o Estado português devia ser pioneiro.