Política

A diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, avisa que “novas decisões adversas do Tribunal Constitucional” e “tensões políticas renovadas” podem obrigar à tomada de medidas “menos amigas do crescimento para tapar qualquer buraco orçamental”.

O Governo liderado por Passos Coelho e Paulo Portas comprometeu-se com a troika a encerrar metade das repartições de finanças em todo o país até ao final do próximo mês de maio. A lista de unidades a fechar já devia ter sido anunciada até ao final do primeiro trimestre deste ano.

O Governo  comprometeu-se com os credores internacionais a estudar a redução das indemnizações por despedimento sem justa causa para as aproximar do valor em vigor nos despedimentos com justa causa. FMI entende que apesar de todas as medidas de austeridade, "a rigidez dos salários nominais permaneceu elevada".

O coordenador bloquista contactou com a população em Penafiel e desvalorizou as notícias sobre divergências no interior do Governo. “Na hora da verdade, o CDS ordeiramente vota ao lado dos ministros do PSD e assim será desta vez”, prevê João Semedo.

A experiência da crise pré-revolucionária de 1974-75 continua a ser uma lição essencial sobre a natureza do poder da burguesia, da sua capacidade de sobrevivência, adaptação e reconversão.

porJorge Costa

Fundador do PS está com "a luta contra o odioso pacto orçamental, uma das bandeiras da campanha do Bloco". Para Barroso, o tratado é "um 'buraco negro' em que a democracia está destinada a  desaparecer, se nada mudar".

O coordenador do Bloco de Esquerda visitou o Hospital de Santa Cruz, onde o governo quer encerrar “serviços altamente diferenciados e altamente prestigiados na medicina portuguesa” e acusou: “O Governo quer reduzir o Serviço Nacional de Saúde a um mini SNS, esta é a reforma do Estado de Paulo Portas, a reforma do corte e do cortar por cortar, não há nenhuma justificação”.

Câmara de Representantes dos EUA vai votar a instalação do comando das forças militares de intervenção e agressão no continente africano no território português dos Açores, na ilha Terceira.

“Um pouco mais do mesmo, desta vez com supervisão a cargo da instituição não democrática mais poderosa do mundo”, tal é o resumo da União Bancária produzida pelas instituições europeias feito pela eurodeputada Marisa Matias em conferência de imprensa do GUE/NGL.

Em comunicado, a coordenadora de estudantes do Bloco de Esquerda de Coimbra critica o programa de estágios de verão desta Universidade, frisando que a iniciativa promove "o trabalho não-remunerado" dos estudantes.

Para Mariana Mortágua, deputada do Bloco, a entrevista de Passos Coelho à SIC “revela um primeiro-ministro insensível e cruel sem preocupação com o futuro da população do país e agarrado ao poder”.

 

Reagindo ao anúncio do Governo de mais 1.400 milhões de austeridade, que adiou para depois das eleições os cortes definitivos nos salários e pensões, Cecília Honório diz que os portugueses já viram o mesmo filme nas últimas legislativas.

O Estado português gastou 100 milhões de euros em 25 locomotivas num concurso polémico ganho pela Siemens. Ao mesmo tempo remodelava 26 locomotivas da CP, que agora vão para abate, apesar de estarem aptas a circular.

O Parlamento Europeu debate esta terça-feira o pacote legislativo da União Bancária. Para Marisa Matias, ela é o melhor exemplo da promessa falhada de pôr a finança na ordem, depois da Europa ter gasto 26% do seu PIB a salvar a banca.

O Bloco criticou esta segunda-feira o Governo por não responder “às perguntas do momento”, nomeadamente sobre os futuros cortes nas pensões, escondendo-se num documento “ultrapassado” sobre a reforma do Estado. Pedro Filipe Soares estranhou a data da reunião que, segundo a sua opinião, “é mais eleitoralismo do que qualquer vontade de discutir”.