Silenciar? Jamais! A radical e extrema direitização de Portugal em 2026 são uma realidade indesmentível, visível e indissociada de uma remasculinização cada vez mais activa na nossa sociedade.
Bloqueadas as saídas políticas para a questão colonial, só o derrube do regime poderia pôr fim à guerra. Foi o que aconteceu no dia 25 de Abril. Relato de como foi elaborado o plano operacional e de como ele teve sucesso no dia em que a ditadura caiu.
Começa esta sexta-feira, em todo o estado espanhol, uma greve histórica e sem precedentes. Durante três dias, entre 24 a 26 de abril, os estafetas das plataformas digitais vão parar. O caso diz-nos respeito.
Iniciativa do grupo da Esquerda no Parlamento Europeu, promovida por Catarina Martins e partidos de esquerda nórdicos, juntou esta semana em Bruxelas ativistas e dirigentes sindicais e de comissões de trabalhadores.
Os trabalhadores da empresa municipal que gere os espaços culturais em Lisboa manifestaram-se nos Paços do Concelho com cravos na mão. Bloco votou contra relatório de contas, criticando o“despesismo e má gestão por motivos políticos”.
Esta não é uma história de sucesso guiado pelo mercado. É uma história de estabilização de curto prazo sustentada por apoio externo, que aumentou o endividamento de forma significativa, tornando a Argentina de longe a maior devedora do FMI.
O país povoa-se de celebrações pelo 25 de abril, nas largas avenidas ou nas pequenas coletividades. Com desfiles, espetáculos, teatro, exposições... Publicado no blogue da Causa Pública
O Governo de Montenegro sempre foi aquilo que disse que não era: uma força política com interesse em debater bandeiras, burcas, autodeterminação de género e nacionalidade, em vez de responder aos problemas diários de quem vive do seu trabalho.
Ainda vamos a tempo de refletir sobre o passado, acerca dos que sofreram para que nós gozássemos da nossa Liberdade e das implicações que podem surgir se cairmos nas falácias do discurso populista.