You are here

Trabalhadores da Galpgeste rejeitam banco de horas em referendo

Sindicatos salientam que, sem banco de horas, todo o trabalho prestado para além do horário normal tem de ser retribuído como trabalho extraordinário e defendem que se impõe o aumento dos salários.
Para o resultado do referendo, os sindicatos destacam que o esclarecimento realizado nos locais de trabalho foi essencial, momento de esclarecimento na área de serviço do Freixo - foto Site-Norte/Fiequimetal
Para o resultado do referendo, os sindicatos destacam que o esclarecimento realizado nos locais de trabalho foi essencial, momento de esclarecimento na área de serviço do Freixo - foto Site-Norte/Fiequimetal

A Galpgeste é a empresa do grupo que gere os postos de abastecimento GALP. No dia 20 de novembro realizou-se um referendo sobre o banco de horas, mas os votos favoráveis foram cerca de 45%, ficando longe dos 65% exigidos por lei.

Em comunicado, os sindicatos e a Fiequimetal (Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas – CGTP-IN) sublinham que, face aos resultados da votação, todo o trabalho prestado para além do horário de trabalho tem de ser pago como trabalho extraordinário.

Os sindicatos destacam ainda que o esclarecimento realizado nos locais de trabalho e a unidade dos trabalhadores e das trabalhadoras foram essenciais, para que a empresa não conseguisse impor o banco de horas.

Avançar para o aumento dos salários

Os sindicatos apontam ainda que a Galpgeste deve avançar para o aumento dos salários e propõem um aumento de 90 euros e a valorização carreiras profissionais.

Estas medidas deverão ser a forma de a empresa reconhecer o esforço de trabalhadores e trabalhadoras durante a pandemia, pois “não abandonaram a linha da frente e garantiram o funcionamento da empresa, com o seu empenho e profissionalismo”.

Termos relacionados Sociedade
(...)