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Mariana Mortágua

Deputada. Dirigente do Bloco de Esquerda. Economista.

Artigos do Autor(a)

9 de Dezembro, 2018 - 17:45h

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de risco de pobreza após transferências sociais caiu de 19,5% em 2013 para 17,3% em 2017.

25 de Novembro, 2018 - 15:41h

Temos assistido à organização da gente da Cultura que está cansada de viver com as metades das metades, e que luta por uma política cultural por inteiro, por orçamento e por dignidade.

18 de Novembro, 2018 - 14:22h

A partir do próximo ano letivo a propina máxima na universidade passará de 1068€ para 856€. É a primeira vez na história da propina, iniciada em 1992, que o seu valor é reduzido.

10 de Novembro, 2018 - 09:11h

Porque não queremos pactuar com o regime de opacidade, apresentámos uma proposta para que a Autoridade Tributária possa deter e controlar a informação relativa aos RERT (Regime Especial de Regularização Tributária).

1 de Novembro, 2018 - 21:52h

A Galp Energia e a ENI desistiram do projeto de exploração de petróleo ao largo de Aljezur. Apesar da conivência do atual Governo, a persistência dos movimentos sociais foi mais forte.

28 de Outubro, 2018 - 15:26h

A calúnia é a arma da extrema-direita populista porque só o medo e o ódio lhe permitem justificar o seu programa de violência e fobia à diferença.

21 de Outubro, 2018 - 13:48h

O Bloco cumpriu o seu compromisso para que quem trabalha ou trabalhou possa viver melhor neste país. Falta o resto, que é o muito que temos pela frente.

17 de Outubro, 2018 - 14:21h

Até ao início desta legislatura quem se quisesse reformar antecipadamente teria de suportar dois cortes na pensão. A alteração destas regras tem sido uma das maiores batalhas do Bloco de Esquerda nestes quatro anos.

14 de Outubro, 2018 - 22:13h

O candidato fascista à presidência do Brasil passou à segunda volta com 46,3%. Bolsonaro defende a tortura e os assassinatos cometidos pela ditadura brasileira, justifica a violação de mulheres e propõe a esterilização dos pobres. É racista e xenófobo.

3 de Outubro, 2018 - 23:20h

Otelo, que Shakespeare escreveu em 1604, não é uma tragédia doméstica. Otelo é uma tragédia política. Porque é da política o fim de tantas mulheres de má estrela que, como Desdémona, foram mortas pelo alegado amor de homens.

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