O último projeto foi apresentado em 2008, e rejeitado com os votos contra do PS, do PSD e do CDS. O projeto pretendia atingir os seguintes objetivos:
1. Impedir participação de uma entidade privada em mais do que um canal
de difusão por meios hertzianos analógicos de âmbito nacional;
2. Garantir a separação da propriedade da rede fixa de telefone, televisão por cabo e Televisão Digital Terrestre;
3. Obrigar a televisão por cabo a aceitar a transmissão das emissões, em igualdade de circunstâncias, de todos os canais que se candidatem a elas, desde que garantam viabilidade económica e técnica;
4. Garantir a independência da agência noticiosa nacional em relação aos grupos privados de comunicação social;
5. Impedir posições dominantes no mercado das rádios de âmbito nacional, regional e local;
6. Impedir posições dominantes no mercado de jornais nacionais generalistas e na imprensa especializada mais relevante (economia e desporto);
7. Aumentar a independência da imprensa especializada face às empresas do sector respectivo;
8. Separar as empresas da distribuição das empresas de comunicação social;
9. Garantir um período realista de transição para a aplicação da Lei.
Já este ano, o Bloco apresentou um projeto que determina a obrigatoriedade da divulgação de toda a cadeia de propriedade dos órgãos de comunicação social.