Está aqui

Moisés Ferreira

Dirigente do Bloco de Esquerda. Psicólogo e mestrando em Psicologia da Formação Profissional e Aprendizagem ao Longo da Vida. Cabeça de lista do Bloco pelo círculo eleitoral de Aveiro

Artigos do Autor(a)

17 de Junho, 2018 - 16:58h

Se queremos um SNS forte e capaz de dar resposta aos novos desafios de saúde, então temos que o libertar do parasitismo que o está a sugar.

7 de Fevereiro, 2018 - 23:11h

Não se percebe como é que se teima em desperdiçar e mandar embora profissionais que são tão necessários no Serviço Nacional de Saúde.

18 de Janeiro, 2018 - 23:54h

Da parte do Bloco de Esquerda estamos convictos que a legalização da cannabis para fins medicinais é um passo seguro e importante.

4 de Janeiro, 2018 - 18:47h

Foi importante parar o projeto da direita para a destruição do nosso serviço público de saúde, mas é fundamental voltar a construir um SNS geral, universal e gratuito.

17 de Dezembro, 2017 - 22:55h

Não há nenhuma razão para que a cannabis para fins medicinais se mantenha ilegal no nosso país.

28 de Novembro, 2017 - 15:47h

O Bloco de Esquerda propõe o fim das PPP, medidas de reforço de meios e de investimento na saúde, medidas para melhorar o acesso dos utentes aos cuidados de saúde e de valorização e dignificação das profissões da área da saúde.

24 de Novembro, 2017 - 11:25h

O Bloco de Esquerda propõe o fim das PPP, medidas de reforço de meios e de investimento na saúde, medidas para melhorar o acesso dos utentes aos cuidados de saúde e de valorização e dignificação das profissões da área da saúde.

16 de Novembro, 2017 - 15:53h

Os técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica estão em greve há 15 dias. São 15 dias em greve por parte de quem é absolutamente essencial nas nossas instituições públicas de saúde.

15 de Setembro, 2017 - 14:56h

O Serviço Nacional de Saúde só é possível graças aos seus profissionais, sem exceção. Foram eles que aguentaram o nosso serviço público de saúde nos anos mais duros da austeridade do PSD e do CDS.

22 de Junho, 2017 - 10:42h

Não se entende que não se permita a especialização de centenas de médicos num país onde 800 mil utentes não têm médico de família.

Páginas