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José Gusmão

Eurodeputado e economista.

Artigos do Autor(a)

21 de Julho, 2020 - 15:49h

O Governo aceitou um acordo que vai trazer muito dinheiro de empréstimo, num momento em que esse dinheiro é muito necessário. Mas foi exatamente isso que aconteceu com a Troika, com as consequências que conhecemos.

12 de Maio, 2020 - 15:32h

Mário Centeno tem razão ao afirmar que a resolução do Novo Banco foi "um sucesso". Só se esqueceu de dizer que o sucesso é da Lone Star.

6 de Maio, 2020 - 12:34h

A Alemanha não prescinde da soberania das suas instituições democráticas em nome das diretivas das instituições europeias. Tudo bem, mas também não mandem diretivas aos outros. Artigo de José Gusmão no Ladrões de Bicicletas.

27 de Março, 2020 - 14:51h

A Alemanha e a Holanda acumulam, ano após ano, excedentes fabulosos com os quais nem sonhavam antes da União Europeia e, sobretudo do Euro. O Euro é para as economias de centro uma espécie de desvalorização cambial permanente. Postado por José Gusmão em Ladrões de Bicicletas

8 de Dezembro, 2018 - 21:27h

Ah, o que eu gosto da nossa estimada direita democrática. João Miguel Tavares (JMT), na senda dos apoios a Trump e Le Pen, resolveu atirar-se ao direito à greve dos funcionários públicos.

9 de Maio, 2017 - 20:45h

A França representa em três atos a falência política do europeísmo de esquerda: os 6% de Hamon, o programa de Macron, a campanha contra Mélenchon.

6 de Abril, 2017 - 15:05h

Primeiro-Ministro e Presidente da República uniram-se em mais uma bem sucedida cooperação institucional para convencer o país que a monstruosidade que vai ser aprovada em relação ao Novo Banco é a "solução menos má".

26 de Janeiro, 2017 - 12:25h

Uma esquerda que, como o Rui Tavares, divida o campo político entre “nacionalistas” e “cosmopolitas”, optaria por sacrificar os direitos dos seus cidadãos (...) em nome da pertença à UE?

1 de Dezembro, 2016 - 23:50h

A dívida portuguesa só é sustentável enquanto o BCE continuar a comprar títulos. Desse ponto de vista, nada mudou.

26 de Agosto, 2016 - 13:32h

Como conseguir que os apoios à educação cheguem às famílias que mais deles necessitam, e que têm, na sua maioria, rendimentos abaixo do limiar de colecta em IRS? A resposta é simples: não é através da política fiscal.

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