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José Gusmão

Eurodeputado e economista.

Artigos do Autor(a)

1 de Dezembro, 2016 - 23:50h

A dívida portuguesa só é sustentável enquanto o BCE continuar a comprar títulos. Desse ponto de vista, nada mudou.

26 de Agosto, 2016 - 13:32h

Como conseguir que os apoios à educação cheguem às famílias que mais deles necessitam, e que têm, na sua maioria, rendimentos abaixo do limiar de colecta em IRS? A resposta é simples: não é através da política fiscal.

17 de Novembro, 2015 - 13:17h

O acordo assinado com o PS foi negociado com base na premissa de que os compromissos financeiros de Estado português seriam observados.

5 de Maio, 2015 - 14:00h

Ontem, o João Galamba respondeu aqui a um artigo escrito pela Marisa Matias, Mariana Mortágua e eu próprio, que pode ser lido aqui.

17 de Abril, 2015 - 18:00h

O recente encontro de António Costa com Manuel Valls foi um momento repleto de simbolismo, por várias razões.

11 de Abril, 2015 - 00:11h

Uma coisa está a tornar-se cada vez mais clara. As instituições europeias já decidiram o que querem e o que querem é a Grécia fora do Euro.

25 de Fevereiro, 2015 - 15:52h

A questão decisiva é qual é que será a atitude do governo grego nas negociações de junho. Se a estratégia de ganhar tempo serve para este pequeno prolongamento e para uma resposta de curto prazo à emergência social, em junho a discussão será outra.

24 de Fevereiro, 2015 - 16:04h

A questão decisiva é qual é que será a atitude do governo grego nas negociações de junho. Se a estratégia de ganhar tempo serve para este pequeno prolongamento e para uma resposta de curto prazo à emergência social, em junho a discussão será outra.

13 de Fevereiro, 2015 - 14:18h

Na reunião do eurogrupo, o governo grego confirmou uma proposta de reestruturação da dívida que não envolve nenhum corte nos montantes. O Eurogrupo, pelo contrário, manteve a posição inicial, que é basicamente, um terceiro programa de ajustamento como condição para financiamento.

8 de Fevereiro, 2015 - 15:45h

O governo grego está a tentar afastar bloqueios políticos a um corte explícito na dívida, substituindo-o por um corte implícito, de menores dimensões, mas com impacto comparável no serviço da dívida. Em resumo, trata-se de ganhar tempo.

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