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José Casimiro

Deputado municipal em Lisboa. Dirigente do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

1 de Março, 2014 - 17:36h

Os Estivadores do Porto de Lisboa aprovaram um acordo para a negociação de um novo contrato coletivo e um consenso sobre o modelo de organização de trabalho e conseguiram a reintegração dos 47 trabalhadores despedidos no último ano.

22 de Novembro, 2013 - 00:00h

“Reforma ou Refundação do Estado?” é atualíssimo. Para a direita, a reforma do Estado é uma tentativa de impor na sociedade um novo regime político. Para a esquerda, tem de ser uma condição da democracia.

27 de Setembro, 2013 - 13:35h

Ao declarar a inconstitucionalidade de algumas normas do código de trabalho de 2012, a decisão do TC é claramente uma vitória do trabalho.

14 de Fevereiro, 2013 - 00:05h

A luta pela dinamização da negociação e contratação coletiva, os salários e o emprego, contra o empobrecimento, assume uma enorme importância.

6 de Janeiro, 2013 - 00:05h

Depois de ter reduzido a indemnização por despedimento de 30 para 20 dias, o governo volta agora a propor mais uma redução para 12 dias. Esta proposta representa uma redução no pagamento das indemnizações na ordem dos 30%, 40% e em alguns casos até de 60% e junta recessão à recessão.

24 de Dezembro, 2012 - 00:00h

A recente proposta do Bloco de aumento imediato do salário mínimo nacional para 515 euros, com efeitos a 1 de janeiro de 2013 e para os 545 euros, com efeitos a 1 de julho de 2013, é uma medida de elementar justiça.

6 de Agosto, 2012 - 00:01h

As alterações de maior importância ao Código de Trabalho são: liberalização dos despedimentos e com mais baixas indemnizações; maiores horários de trabalho e bancos de horas individual e coletivo; trabalho extraordinário cortado a metade; fim de descanso obrigatório, mesmo o trabalhado em dia de descanso.

22 de Março, 2012 - 00:00h

Nesta hora, temos que saudar os trabalhadores e a sua luta que se manifesta nesta greve geral.

15 de Fevereiro, 2012 - 00:27h

O recente acordo de concertação, agora transposto para proposta de lei, é a negação da competitividade, do crescimento e do emprego que vêm apregoando. Vai trazer mais desigualdades sociais e desemprego.

20 de Dezembro, 2011 - 01:12h

As propostas governamentais representam a eliminação de 20 dias de descanso em cada ano, a desvalorização dos salários em cerca de 10% e um ataque ao direito à negociação e à contratação coletiva.

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