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Helena Pinto

Dirigente do Bloco de Esquerda. Vereadora da Câmara de Torres Novas. Animadora social.

Artigos do Autor(a)

15 de Janeiro, 2012 - 00:03h

Não será casual o patronato colocar em causa os dias de trabalho sindical e os dias de campanha eleitoral como faltas justificadas e remuneradas. Querem chegar ao coração da democracia...

8 de Janeiro, 2012 - 00:05h

Se aumentar 7 euros numa pensão de 189 euros não é uma medida simbólica, então só pode ser uma coisa: uma afronta aos mais pobres e uma marca concreta e indisfarçável da política anti-social do Governo.

2 de Janeiro, 2012 - 02:06h

2011 não deixará saudade mas é preciso que faça parte da nossa memória. Não esquecer cada medida, cada justificação, cada mentira, cada promessa.

21 de Dezembro, 2011 - 15:44h

Se forem limitadas as ligações entre as duas margens e entre os concelhos limítrofes de Lisboa, prejudica-se de forma muito penalizadora os trabalhadores e trabalhadoras e “fecha-se o centro” isolando-o da periferia.

21 de Dezembro, 2011 - 15:43h

O que assistimos é inqualificável, a porta-voz de uma empresa do sector empresarial do Estado, ameaça com o não pagamento dos salários caso se realizem mais greves.

18 de Dezembro, 2011 - 19:39h

Porque é que as “torres” do Aleixo vêm abaixo? Porque estão num local privilegiado, uma zona de eleição da cidade Invicta, que não pode pertencer aos pobres.

11 de Dezembro, 2011 - 00:06h

O que assistimos é inqualificável, a porta-voz de uma empresa do sector empresarial do Estado, ameaça com o não pagamento dos salários caso se realizem mais greves.

4 de Dezembro, 2011 - 00:33h

Falar em ética social neste orçamento, é demagógico, mas também é descarado e significa que o Governo perdeu todo o pudor em atacar os mais pobres.

30 de Novembro, 2011 - 18:47h

A força da greve de dia 24 de Novembro não pode ficar por aqui. Tem que continuar, dia a dia, mas terá, certamente, que ser chamada a comparecer nas ruas noutra grande mobilização de greve geral.

26 de Novembro, 2011 - 22:36h

A força da greve de dia 24 de Novembro não pode ficar por aqui. Tem que continuar, dia a dia, mas terá, certamente, que ser chamada a comparecer nas ruas noutra grande mobilização de greve geral.

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