Comemoramos o 43º Aniversário da CGTP-IN com um novo ciclo para juntar forças à esquerda sem exclusões, onde a exigência da demissão do governo PSD/CDS e a realização de eleições antecipadas estarão certamente presentes.
Em tempos de austeridade global, a resposta popular tem assumido cada vez mais expressão nas ruas em todo o mundo. Em Portugal é fundamental exigir que a democracia não fique refém dos mercados.
A Greve Geral de 27 de Junho em Portugal é contra um governo em fim de linha a que falta legitimidade política e não tem mandato para esta devastação austeritária.
Portas mentiu descaradamente e aprovou o ataque brutal aos direitos dos trabalhadores, incluindo a “TSU dos pensionistas”. Juntar muitas vozes e vontades para articular resistências no campo social é uma urgência e um forte impulso para derrotar este caminho de destruição da sociedade portuguesa.
Vivemos tempos de grandes transformações na estrutura social e económica provocadas pela violência da crise. A articulação das resistências a nível internacional é uma dimensão necessária neste combate à austeridade.
Face a esta austeridade eterna, a resposta passa por lutas cada vez mais fortes, para que o governo e a troika vão prá rua. Por isso, propomos um Dia de Ação articulado ao nível Ibérico e se possível ao nível dos países do Sul da Europa.
A realidade confirma, não há fumo sem fogo – a mentira é uma arma para este governo. Voltar a encher as ruas pelo fim do governo da troika, já no dia 2 de Março, é aquilo a que todas e todos estamos obrigados.
É necessário congregar de forma ampla o descontentamento popular e a rejeição das políticas anti-sociais do governo, é nesse sentido que vai a decisão unânime do CN/CGTP ao convocar a Jornada Nacional de Luta em todos os distritos do País, para 16 de Fevereiro.
A concentração de dia 27 de novembro é mais um passo na intensificação dos protestos que devem continuar a assumir um caráter cada vez mais alargado e popular.
Este novo patamar de luta articulada à escala europeia, que finalmente se alcançou, é um ponto de partida e um acumular de forças que se deve preservar e manter, para que se ponha fim as estas políticas de austeridade.