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Ana Bárbara Pedrosa

Doutorada em Literatura, investigadora, editora e linguista. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990.

Artigos do Autor(a)

19 de Outubro, 2019 - 23:14h

O esquerda.net entrevistou Geovani Martins, autor carioca, a propósito do seu livro de contos “O sol na cabeça”, recentemente publicado em Portugal. Por Ana Bárbara Pedrosa.

18 de Outubro, 2019 - 13:58h

O tom absurdista da peça dificulta a sua análise, na medida em que, para além de não haver grandes relações dialógicas até nos próprios diálogos, se torna difícil descortinar as intenções da autora. No entanto, são mostrados dois grupos numa relação conflitual, em que um está submisso ao outro, recebendo acriticamente as suas instruções, viabilizando acontecimentos que servem os interesses do segundo. Por Ana Bárbara Pedrosa.

17 de Outubro, 2019 - 18:31h

O Esquerda.net falou com Mário Lúcio Sousa, cantautor, pintor, poeta, romancista, ex-ministro da Cultura de Cabo Verde, a respeito do seu último livro publicado em Portugal, “O diabo foi meu padeiro”. A entrevista focou-se no campo de concentração do Tarrafal, onde se passam as ações do romance. Por Ana Bárbara Pedrosa.

4 de Outubro, 2019 - 11:16h

O seu carácter (quase) documental em nada sonega o interesse e a importância de uma magistral construção literária. A literatura faz, assim, o que só ela pode fazer: dá a alguém, através de um livro, um murro no estômago, e de inquietude. Um romance corpóreo e contundente. Por Ana Bárbara Pedrosa.

29 de Setembro, 2019 - 09:53h

Podia ser muito fácil, de uma janela de uma favela do Rio de Janeiro, cair no exotismo ou no pântano interior. Mas não. Daquela janela carioca, vê-se o mundo. Por Ana Bárbara Pedrosa.

27 de Setembro, 2019 - 19:45h

"Trata-se do desenvolvimento em estilo de 'paródia' de assunto histórico, com não poucas pinceladas pornográficas, à maneira de 'Natália Correia', com alusões ao povo português ou a figuras históricas com expressões de chacota e uma clara intenção de ridicularizar", pode ler-se no relatório da PIDE. Por Ana Bárbara Pedrosa.

13 de Setembro, 2019 - 16:11h

Nesta peça, Natália Correia denunciou os poderes da Igreja e a relação estabelecida entre esta e o Estado, assim como o comércio religioso. Ao mesmo tempo, o povo tem consciência do seu poder colectivo. O Estado Novo não gostou. Por Ana Bárbara Pedrosa.

6 de Setembro, 2019 - 15:48h

"Como a função destes Serviços não é de índole literária não cabe aqui a apreciação do valor literário desta obra que me parece nulo. Todavia há que assinalar as suas intenções e expressões que considero muito más.", pode ler-se no parecer da PIDE. Por Ana Bárbara Pedrosa.

30 de Agosto, 2019 - 12:16h

O Homúnculo contaria com a rápida censura, sendo de imediato apreendida, e, pasme-se, com a admiração de Salazar. No cenário, a autora denuncia ainda os pactos implícitos e explícitos entre os vários poderes que estruturavam a ditadura salazarista. Por Ana Bárbara Pedrosa.

23 de Agosto, 2019 - 16:46h

As orelhas da capa do livro faziam propaganda a dois livros proibidos. Assim, a PIDE proibiu também a circulação deste romance. Por Ana Bárbara Pedrosa.

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