Vacinação

Cortes ao financiamento, desinformação e crises humanitárias têm comprometido um trabalho de vacinação que se estima ter salvo mais de 150 milhões de vidas ao longo de cinco décadas. Agora, regista-se aumento de doenças como sarampo, meningite e febre amarela.

No centro de saúde de Sete Rios, a líder bloquista defendeu que os cuidados de saúde primários e a saúde pública devem ser “a grande prioridade”.  E frisou que os resultados mostram que foi um erro entregar a vacinação à farmácias, pois os níveis da vacinação são agora inferiores aos que existiam antes da pandemia.

Unidade de Saúde Familiar - Associação Nacional escreve que “contra factos, não há argumentos”, já que dados disponíveis demonstram que a taxa de cobertura vacinal se encontra abaixo do que aconteceu em anos anteriores. Moisés Ferreira frisa que situação se deve a “opção do próprio Governo”.