Reformados

Com mais de 1,5 milhões de pensões abaixo do limiar de pobreza, um apoio esporádico não resolve nada dizem a Apre e a Murpi. Defendem que são necessárias soluções estruturais que permitam viver com dignidade.

822 aposentaram-se este ano. Um número que é o máximo em pelo menos uma década. Há especialistas que indicam o pico ainda não foi atingido e que os problemas se agudizam com a saída de médicos para o estrangeiro ou para o privado. Tornar a carreira atrativa é a solução apontada.

A cimenteira propriedade de um fundo de pensões da Turquia teve nos últimos quatro anos mais de 135 milhões de euros de lucros líquidos mas decidiu “poupar” atacando, no imediato, os direitos de 1.300 reformados. Sem contar com os que se reformarão no futuro.