Hotelaria

Greve convocada pela FESAHT incluiu concentração à porta dos patrões da restauração, que continuam a pagar valores próximos do salário mínimo e a bloquear a contratação coletiva, apesar de os lucros continuarem sempre a subir de ano para ano.

A greve ao trabalho suplementar e feriados na indústria de hotelaria, turismo e restauração do Norte entrou em vigor no dia 1 de fevereiro e prolonga-se até 2 de janeiro de 2025.

Os trabalhadores do setor da hotelaria começaram esta segunda-feira a quinzena de luta que culminará com uma greve nacional no dia 28. Salientam que os lucros enormes que os patrões estão a receber não se traduzem em melhorias salariais ou em direitos.