Marcha pela libertação de todas as mulheres juntou coletivos feministas, antirracistas, migrantes, internacionalistas e pela habitação, pela igualdade entre géneros e com "orgulho feminista".
Saiba onde é o ponto de encontro das manifestações de sábado em Aveiro, Barcelos, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Faial, Guimarães, Lisboa, Porto e Viseu.
Organizadoras reivindicam um novo modelo de cuidados, público e de qualidade, e destacam que se trata de um sector "feminizado, precarizado e racializado".
A iniciativa repetiu a histórica greve de 1975, quando 90% das mulheres na Islândia entraram em greve contra a desigualdade de género no país. Primeira-ministra é uma das grevistas desta terça-feira.