Call-center

Trabalhadores foram informados pelo CEO do ramo português da multinacional dos call-centers e ficaram logo sem acesso à rede informática. Delegações de Gaia, Covilhã e Lisboa estão abrangidas pelo despedimento coletivo.

Os trabalhadores prestam serviços para a EDP e marcaram uma greve de 48 horas nos dias 20 e 21 de janeiro. Além da defesa dos postos de trabalho, exigem o respeito dos horários.

Dois meses depois do despedimento, a empresa volta a contratar trabalhadores para o mesmo local. Sindicato denuncia pressões para os trabalhadores assinarem alterações a contratos, “alterações instantâneas” dos horários e trabalho extra não pago.

O SINTTAV diz que o processo de "restruturação salarial" da empresa de call-centers passa por cortar nos bónus variáveis dos projetos para assim compensar o aumento do salário mínimo de 760 para 820 euros.

Trabalhadores da Reditus promoveram uma marcha de protesto em defesa dos seus direitos. José Gusmão lamentou que “a tutela que devia estar a proteger os direitos dos trabalhadores” esteja a utilizar “algumas das piores práticas de ataque aos direitos do trabalho, como é o falso outsourcing”.