A vereação lisboeta aprovou apenas com os votos contra do CDS o financiamento para a implementação de um Serviço de Apoio Integrado na área das Dependências, que inclui uma sala de consumo vigiado no Vale de Alcântara.
Procuramos soluções, discutimos as que já existem e, enquanto tudo isto se passa, as mulheres vão morrendo às mãos dos seus agressores. Há, contudo, um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e que merece ver a sua concretização.
Há 2.2 milhões de pessoas em risco de pobreza e exclusão a viver em Portugal. Um número que subiria para mais do dobro se não fossem as prestações sociais. Marisa Matias diz que é “inconcebível” chegar a 2019 com estes níveis de pobreza.
Boris Johnson afirma ter chegado a acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia. Porém, o Partido Democrático Unionista da Irlanda do Norte, fundamental para a aprovação do acordo no parlamento britânico, diz não ter condições para aceitar o pacto.
Pela terceira noite consecutiva, o centro de Barcelona foi palco de confrontos com a polícia e barricadas nas ruas. “Não podemos permitir que grupos de infiltrados e provocadores destruam a imagem dos catalães”, afirmou o líder da Generalitat.
O “novo” ministro Tiago Brandão Rodrigues parece crer convictamente no mito urbano de que se ignorarmos um problema com muita força ele eventualmente acabará por desaparecer.
Em entrevista ao esquerda.net, José Manuel Pureza analisa a situação no Curdistão Sírio da “tenacidade da resistência curda”, à necessária “batalha da solidariedade” com este povo que “tem que ser articulada com a denúncia da vergonha” do acordo entre UE e Turquia sobre migrantes e com a “demonstração de que a NATO é o que legitima a agressão.”
Musicalbi ― Solidão e xisto, 2019.
The Gift ― Verão, 2019.
Luís Cília ― Contradições, 1983. Polyphony From The Royal Monastery Of Santa Cruz, 1993.
Rafael Carvalho ― Relheiras, 2017.
Em comunicado, o Bloco de Esquerda acusa Fernando Medina de tentar condicionar a sua iniciativa política, ao não agendar para discussão a proposta que retira ao ex-vereador do Urbanismo a liderança da empresa que executa muitas das obras públicas na cidade.
A revisão salarial no acordo coletivo de trabalho celebrado entre a Fiequimetal e várias petrolíferas permitiu aumentos entre 1.5% e 1.55% com efeitos retroativos a janeiro.