A extrema-direita criticou o debate dos desafios demográficos com o argumento que nada funcionará enquanto as mulheres não voltarem a casa. É esse o problema para a extrema-direita: mulheres com acesso ao trabalho e à porta da rua são o verdadeiro problema.
Não tenho nada contra festas nem celebrações, muito menos contra a celebração dos direitos da Mulher, participo nelas de forma ativa, mas quero que o dia 8 de Março seja muito mais do que isso.
A grande maioria dos cidadãos europeus não sabe o que é o CETA. No entanto, ele foi aprovado esta semana pela maioria dos deputados do Parlamento Europeu e terá impactos significativos na sua vida.
Na terça-feira realizam-se eleições e fui convocada para a missão de observação eleitoral. Poucos países enfrentam desafios tão grandes como estes nesta região.
Os “donos” da Europa - por iniciativa da sra. Merkel - acham que podem continuar a mandar e que o diretório é para reforçar. Já não têm povo há muito tempo e nem o Brexit lhes fez ver isso.
O caminho percorrido pela geringonça é ainda muito modesto. Mas já chegou para indicar um sentido para a política de esquerda, feito de direitos e auto-determinação, dois pilares fundamentais de qualquer democracia.