Mário Tomé

Mário Tomé

Coronel na reforma. Militar de Abril. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

Disse Maduro durante a campanha eleitoral em que foi eleito há três anos: “O passarinho cantou mais um pouquinho, deu uma volta e foi embora. E eu senti o espírito de Chávez".

De Pedrógão Grande a Tancos.

Resposta a artigo da edição especial de aniversário da Visão, sobre “as 24 horas alucinantes de Ramalho Eanes” no 25 de novembro. Publicado a 3 de abril na revista Visão.

Com um debate generalizado no contexto dum referendo, possivelmente não ouviríamos aquela senhora, nos idos de 1992 responder assim à pergunta do repórter da RTP, “para si, o que é Maastricht”?: “Mais triste é uma filha bater na mãe”.

O Presidente Marcelo falou do povo como protagonista e da venalidade das elites políticas.

A aprovação da Constituição da República Portuguesa, a 2 de Abril de 1976, ficou marcada por um crime inominável: o assassinato, à bomba, do Padre Max, como era conhecido o padre Maximino Barbosa de Sousa e da estudante Maria de Lurdes Correia.

Os novos tempos que se vivem em Portugal, passados 40 anos da queda do pano, são um paradoxal revigorar do 25 de Abril.

A direita da esquerda, com medo daquilo que mal ousa pensar, atira com o seu próprio medo para cima dos outros juntando-se assim, sem querer digo eu…, à esquerda da direita e à propriamente dita.

A osmose do movimento popular com o movimento democrático nos quartéis determinou o desenrolar da luta e caracterizou, em absoluto, o PREC.

A direita rancorosa é também estúpida e não entende os sinais da vida.