Luís Monteiro

Luís Monteiro

Museólogo. Investigador no Centro de Estudos Transdisciplinares “Cultura, Espaço e Memória”, Universidade do Porto

É paradoxal que, no museu, as fronteiras mais profundas não são as que nos distanciam geograficamente. São aquelas que impedem o pobre, o negro ou o refugiado de se rever neste espaço.

O Primeiro-Ministro quis para si uma maioria absoluta para poder governar com estabilidade, quando usa esse poder para a instabilidade política e o desgoverno do governo. É ele quem tem de responder pela falta de estabilidade. Mais ninguém.

A proposta de Orçamento do Estado para o Ensino Superior representa um retrocesso sobre um conjunto de medidas que haviam sido conseguidas nos últimos anos.Pelo terceiro ano consecutivo, o PS não coloca na sua proposta de OE uma nova descida das propinas.

Numa análise ao perfil político de António Costa, Cavaco Silva reproduz as principais críticas elaboradas pelas Direitas em Portugal desde 2015.

A solidariedade que este povo nos merece não pode olhar a táticas que lhes são estranhas. Na solidariedade para com o povo ucraniano, não há espaço para campeonatos do humanismo nem dúvidas que nos desviem do essencial.

Historicamente, a Direita em Portugal contrapõe às propostas de diminuição ou fim da política de propinas o discurso do reforço da Ação Social. Essa é a base que serviu, nos últimos trinta anos, para estancar a resistência à elitização do Ensino Superior.

Costumamos dizer que não há Ciência sem cientistas. Eu acrescento: não há Ciência contra os cientistas. O ministro do apparatchik foi à TV dizer que vai ficar tudo bem. É preciso mudar de canal.

O projeto do Bloco para salvaguardar o património histórico industrial da bacia do Vale do Ave foi aprovado por maioria. Haja vontade política e temos as condições necessárias reunidas para valorizar a história de uma região que dedicou os últimos 150 anos ao setor têxtil. Por Luís Monteiro.

As dificuldades que milhares de estudantes do Ensino Superior vivem hoje tornam o pagamento de propinas, da prestação de um quarto ou das inúmeras taxas e emolumentos uma tarefa impossível.

A crise pandémica está a criar graves dificuldades financeiras a centenas de associações juvenis em Portugal. As mais de mil associações que compõem o panorama nacional nesta área correspondem a cerca de mil e quinhentos postos de trabalho diretos.