José Manuel Pureza

José Manuel Pureza

Professor Universitário. Coordenador do Bloco de Esquerda

Uma lei que considera os animais como coisas é uma lei sem sentido e, por isso, é chegada a hora de pormos fim a esse anacronismo absurdo.

Já mostrámos que a inevitabilidade do empobrecimento é um mito. Temos que querer mais. É a democracia que o exige.

As prisões são um desafio de primeiro grau para a democracia. Aqui e onde quer que seja. Mas a realidade do sistema prisional português mostra que a nossa democracia está a dar a pior resposta a esse desafio.

Hoje sou eu a clamar por um acordo de regime. Acho que nunca o fiz. Mas algum dia ia ser a primeira vez.

Nesta quinta feira de Páscoa, Francisco, o Papa, lavou os pés a quatro nigerianos, três eritreias, um sírio, um paquistanês, um maliano e um indiano, todos requerentes de proteção internacional no espaço europeu. O gesto é tudo.

Sobre as “regras europeias” pode dizer-se o que se diz dos arremedos de primavera em fevereiro: têm dias…

Cada homem e cada mulher têm o direito de decidir, em liberdade e em consciência, que a sua vida se completou, quando o que têm pela frente, irreversivelmente, é apenas a sobrevivência do corpo num caminho de degradação crescente.

O fim do consulado de Cavaco Silva é uma boa notícia para Portugal.

A oposição de Paulo Portas à utopia é um truque e o repúdio de Cavaco pela ideologia é um embuste.

Portugal precisa de um Estatuto do Idoso construído sobre o primado da dignidade dos velhos e sobre as responsabilidades da sociedade para com essas pessoas.