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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

30 de Dezembro, 2020 - 16:03h

A história já foi contada: há 48 anos, a 30 de dezembro de 1972, um grupo de cristãos, pela voz de Maria da Conceição Moita, comunicou à sua comunidade, no fim da missa das 19h30, que ficaria em vigília na capela por 48 horas, para discutirem a paz. Por Francisco Louçã.

26 de Dezembro, 2020 - 10:16h

Jardim Gonçalves recebeu cerca de €38,3 milhões desde que foi afastado da direção do banco, em março de 2005; a partir de agora, passará a receber somente €686 mil por ano...

25 de Dezembro, 2020 - 10:49h

Em outubro de 2019, o autor deixou um recado: os seus velhos espiões cansados são, como nós, testemunhas do desencantamento do nosso tempo. Artigo de Francisco Louçã

20 de Dezembro, 2020 - 13:02h

As notícias angolanas são preocupantes. O que é difícil de aceitar é que os que, idos de Lisboa, peregrinaram pelos congressos do MPLA e teceram loas à família Dos Santos e ao seu séquito se calem agora perante estas inconveniências.

18 de Dezembro, 2020 - 18:04h

Dadas as condições económicas, que se prolongarão arrasando os planos da TAP, este é, sem dúvida, um dos dossiês mais difíceis do Governo.

11 de Dezembro, 2020 - 19:03h

O ano próximo, quando quer que as vacinas comecem a alcançar a maioria da população, será de desemprego e falta de procura agregada.

4 de Dezembro, 2020 - 21:21h

Se o Governo ou os partidos não percebem que a covid é um novo mundo, é melhor que olhem para as urgências dos hospitais e percebam onde não podem falhar.

29 de Novembro, 2020 - 17:56h

Camille Claudel morreu em 1943. O museu dedicado à sua obra abriu portas em 2017, a uma hora de Paris. Tinham passado 74 anos sobre a sua morte. Talvez seja um destino para uma futura visita, se a arte lhe interessa… Por Francisco Louçã

28 de Novembro, 2020 - 11:01h

O governador do Banco de Portugal sugere deixar as empresas falirem e limitar o apoio ao emprego só a alguns casos. Tudo na margem, tudo poucochinhamente.

20 de Novembro, 2020 - 23:34h

A necropolítica, que é uma das raízes da história secular dos Estados Unidos e que se exprimiu no passado pela escravatura e depois pelas leis discriminatórias, revive agora sob o legado de Trump.

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